Tarcísio de Freitas lidera homenagem ao Holocausto em São Paulo e alerta sobre o extremismo

Governo de SP participa de homenagem às vítimas do Holocausto. Governador Tarcísio de Freitas e secretário Gilberto Kassab homenageiam vítimas do Holocausto em evento

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(Imagem de reprodução da internet).

Governo de São Paulo Participa de Homenagem às Vítimas do Holocausto

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), compareceu a um evento comemorativo realizado no domingo (25) na Congregação Israelita Paulista. A ocasião marcou o Dia Internacional em Memória às Vítimas do Holocausto e contou com a presença de autoridades políticas, líderes religiosos e representantes de instituições.

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O secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, também estava presente no evento. A cerimônia buscou honrar a memória das vítimas do Holocausto, um evento histórico de grande importância.

Reflexões sobre a Importância da Memória

Em seu discurso, Tarcísio de Freitas enfatizou que a principal forma de homenagear as vítimas é prevenir a repetição de episódios semelhantes. O governador ressaltou que o Holocausto não surgiu de forma repentina, mas sim da normalização do ódio, da disseminação de informações falsas e da falta de ação de líderes políticos diante da intolerância.

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Ele destacou que a responsabilidade do Estado é manter viva a memória para evitar novos ciclos de violência. O governador também mencionou a importância da tolerância religiosa e da convivência entre diferentes grupos na sociedade paulista, defendendo que São Paulo deve permanecer um espaço de diversidade e rejeição ao extremismo.

Compromisso com o Combate à Discriminação

Ao final da cerimônia, Tarcísio de Freitas reafirmou o compromisso do governo estadual com o combate à discriminação e à intolerância. A iniciativa visa garantir um ambiente social mais justo e seguro para todos os cidadãos.

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O presidente da Confederação Israelita do Brasil, Cláudio Lottenberg, complementou, afirmando que lembrar o Holocausto é um exercício fundamental para o futuro. Ele alertou sobre a normalização do extremismo, o enfraquecimento do debate público e o uso de narrativas que substituem o diálogo e o multilateralismo.

Lottenberg também ressaltou que o antissemitismo se manifesta não apenas em atos de violência, mas também em discursos de ódio ou no silêncio diante deles. Ele defendeu que combater o antissemitismo é uma questão de proteger a sociedade como um todo, impedindo que o ódio cause novas vítimas.

Durante a cerimônia, seis velas foram acesas em homenagem aos seis milhões de judeus assassinados pelo regime nazista, juntamente com outras vítimas do Holocausto. A chama foi acesa por Tarcísio de Freitas, Gilberto Kassab e parlamentares do estado de São Paulo.

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