Tang Yijun, ex-Ministro da Justiça da China, é condenado à prisão perpétua! 😱 Detalhes chocantes de suborno e a atuação da esposa, Xuan Minjie, exposta em novo documentário. A justiça chinesa não perdoa! #Corrupção #China #Justiça
Em uma decisão que ecoou a determinação contínua do governo chinês contra a corrupção, um tribunal de Xiamen condenou Tang Yijun, ex-ministro da Justiça, à prisão perpétua. O veredicto, anunciado na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, marcou um ponto crucial na implacável campanha anticorrupção do país, demonstrando a crescente disposição do governo em punir altos funcionários envolvidos em esquemas de suborno.
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O Tribunal Popular Intermediário de Xiamen considerou Tang culpado de aceitar subornos que totalizaram mais de 137 milhões de yuans (aproximadamente US$ 19 milhões). Essa quantia, considerada “particularmente enorme” pelo tribunal, representou um prejuízo significativo aos interesses do Estado e da população.
Além da prisão perpétua, Tang foi privado de todos os seus direitos políticos e teve todos os seus bens pessoais confiscados. A decisão também incluiu a recuperação de todos os ganhos ilícitos e juros acumulados, que seriam entregues ao Tesouro do Estado.
A condenação de Tang é particularmente notável devido à magnitude do esquema de suborno e ao seu cargo anterior como responsável pela administração da justiça na China. O caso expôs um modelo sofisticado de corrupção familiar, detalhado em um documentário anticorrupção televisionado, “Anticorrupção para o Povo”, que foi transmitido em janeiro de 2026.
O documentário revelou como funcionários públicos ocultavam subornos através de cônjuges e instrumentos financeiros complexos.
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A esposa de Tang, Xuan Minjie, desempenhou um papel central no esquema. Ex-executiva de empresas estatais que migrou para o setor privado em 2005, Xuan controlava uma rede de empresas de fachada. Tang usou sua influência política para garantir oportunidades lucrativas para empresários que, por sua vez, repassavam os lucros para Xuan.
As autoridades, utilizando análises de dados avançadas, rastrearam os fluxos de capital através de múltiplas camadas, identificando que a beneficiária final e tomadora de decisões por trás da rede era Xuan. O casal também utilizou “capital de risco” como disfarce para suborno.
O caso de Tang Yijun destaca o foco crescente do governo chinês nos familiares de altos funcionários. Em 2022, o Gabinete Geral do Comitê Central do Partido Comunista emitiu regulamentos exigindo que os principais funcionários relatem honestamente as atividades comerciais de seus cônjuges e filhos.
As regras impõem penalidades severas para aqueles que usam laranjas ou investimentos paralelos para burlar as proibições de atividades comerciais.
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