Acordo histórico entre EUA e Taiwan impulsiona comércio! Redução de tarifas e investimentos bilionários prometem revolucionar a economia. Saiba mais!
Um novo acordo comercial foi formalizado entre os Estados Unidos e Taiwan, buscando fortalecer as relações econômicas e reduzir as barreiras tarifárias. A iniciativa, que culminou em janeiro deste ano, foi detalhada recentemente pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA, estabelecendo um cronograma claro para a implementação de cortes nas tarifas aplicadas a produtos taiuaneses importados para os EUA.
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Inicialmente, a tarifa sobre produtos taiuanenses era de 20%, mas foi reduzida para 15%. Essa alíquota se aplica a uma variedade de itens, incluindo produtos do setor de semicondutores, colocando Taiwan em um patamar competitivo com países como Coreia do Sul e Japão.
Em contrapartida a essa redução tarifária, o governo de Taipé assumiu o compromisso de expandir suas compras estratégicas nos Estados Unidos. O acordo prevê um investimento de US$ 44,4 bilhões em gás natural liquefeito e petróleo entre 2025 e 2029, além de US$ 15,2 bilhões em aeronaves e motores civis e US$ 25,2 bilhões em equipamentos de rede elétrica e geração de energia.
Também foram incluídos itens para os setores marítimo e siderúrgico.
No setor agrícola, Taiwan se comprometeu a eliminar tarifas de até 26% sobre diversos produtos norte-americanos, como carne bovina, laticínios e milho. Algumas taxas serão reduzidas parcialmente: a tarifa sobre barriga de porco cairá de 40% para 10%, e a sobre presunto, de 32% para 10%.
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O presidente de Taiwan, Lai, classificou a assinatura do acordo como um divisor de águas para a economia local. “Este é um momento crítico para a economia e a indústria de Taiwan aumentarem e mudarem”, escreveu em comunicado. Ele enfatizou que o entendimento garante tratamento tarifário favorável e isenção para mais de 2.000 produtos exportados aos EUA, o que reduzirá a tarifa média aplicada pelos norte-americanos a 12,33%.
Lai afirmou que o pacto fortalece cadeias de suprimentos consideradas confiáveis e consolida parceria estratégica em áreas de alta tecnologia, como semicondutores e inteligência artificial. O acordo ainda precisa ser aprovado pelo Parlamento taiwanês, onde a oposição tem maioria.
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