Suspeito é Detido no Caso de Execução do Ex-Delegado-Geral
Um homem de 36 anos foi preso em 3 de outubro, como o décimo suspeito envolvido na morte do ex-delegado-geral Dr. Ruy Ferraz. A prisão ocorreu após uma perseguição policial e um capotamento do veículo utilizado pelos criminosos. O crime, que resultou em mais de 20 disparos de fuzil contra o delegado, ocorreu em Praia Grande, litoral paulista, em 15 de setembro.
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Detalhes da Prisão e Antecedentes Criminais
O suspeito, identificado como Marcos Augusto Rodrigues Cardoso, conhecido como “Penélope” ou “Fiel”, foi capturado no Grajaú, zona sul da capital. Ele possui antecedentes criminais por receptação, porte ilegal de arma de fogo e furto. A prisão foi realizada pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Com o suspeito, foi apreendida uma pistola calibre .380. As investigações continuam sendo conduzidas pelo DHPP para apurar todas as circunstâncias do homicídio.
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Prisões Anteriores no Caso
A primeira prisão ocorreu em 8 de setembro, quando Dahesly Oliveira Pires foi detida sob suspeita de transportar um fuzil de Praia Grande para Diadema, recebendo pagamento via Pix de uma conta ligada a Luiz Antônio Rodrigues de Miranda.
Em 19 de setembro, Luiz Henrique Santos Batista, conhecido como “Fofão”, foi preso por suspeita de integrar a logística do crime. Em 20 de setembro, Rafael Marcell Dias Simões, o “Jaguar”, foi capturado como um dos atiradores.
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Em 21 de setembro, William Silva Marques foi preso por ser o proprietário do imóvel em Praia Grande utilizado pelos criminosos. Em 3 de outubro, Felipe Avelino da Silva, o “Mascherano”, foi detido, apontado como integrante do PCC e responsável pela disciplina do grupo.
Em 15 de outubro, Danilo Pereira Pena, apelidado de “Matemático”, foi preso, suspeito de coordenar parte da operação criminosa. Dois dias depois, em 17 de outubro, Cristiano Alves da Silva, o “Cris Brown”, foi capturado, acusado de envolvimento direto no planejamento e execução do atentado.
Em 21 de outubro, José Nildo da Silva foi preso, sendo um dos atiradores. Em 24 de outubro, Paulo Henrique Caetano de Sales, proprietário de um segundo imóvel utilizado pelos criminosos, também foi preso.
