Setor Produtivo Brasileiro Recebe com Cautela Decisão da Suprema Corte Americana
O setor produtivo brasileiro manifestou satisfação com a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou ilegais as tarifas adicionais impostas pelo governo de Donald Trump. No entanto, a reação foi acompanhada de cautela, reconhecendo o impacto significativo da medida no comércio entre os dois países.
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a suspensão das tarifas de 10% e 40% represente um prejuízo de US$ 21,6 bilhões para os Estados Unidos, refletindo a importância da parceria comercial.
Reações do Setor Têxtil e de Confecção
O setor têxtil brasileiro aguarda com atenção as próximas decisões do governo americano sobre a política tarifária. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) expressou otimismo com a redução dos custos e a retomada gradual dos embarques para o mercado norte-americano.
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A entidade também avalia a possibilidade de reembolso das sobretaxas que chegaram a atingir 70%, tornando o comércio inviável.
Intervenções de Federações e Associações Industriais
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) acompanhou a decisão da Suprema Corte com atenção, ressaltando a necessidade de previsibilidade para a indústria. O presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, enfatizou a importância de condições equilibradas para o comércio internacional da indústria mineira.
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A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) também avaliou a decisão como um alívio, reiterando o compromisso de monitorar os desdobramentos e defender um ambiente de negócios mais estável e favorável à competitividade das exportações.
