Super Bowl: Cantor porto-riquenho brilha sem cachê! 🎤✨ A NFL banca o show de alto nível, atraindo 100 milhões de espectadores. Descubra a polêmica: quem realmente ganha no intervalo do Super Bowl? 🏈🔥
Um cantor porto-riquenho se apresentou no intervalo do jogo entre os Seattle Seahawks e os New England Patriots, no último domingo, 8. Apesar de ser um dos momentos mais assistidos do entretenimento nos Estados Unidos, a apresentação não envolveu pagamento de cachê à estrela.
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A NFL segue uma política que remonta a décadas, onde a liga assume integralmente os custos do espetáculo. Isso inclui desde a estrutura do palco e transporte, até a equipe técnica, efeitos visuais e a montagem do cenário. O artista, por sua vez, participa sem remuneração direta, confiando no alcance do evento como forma de retorno.
As performances costumam durar entre 12 e 15 minutos e funcionam como uma vitrine global para a carreira do artista. Essa lógica se distancia dos valores comuns na indústria musical, onde artistas de grande sucesso frequentemente recebem milhões de dólares por apresentações.
Artistas como o cantor em questão, frequentemente aparecem entre os mais bem pagos da indústria. De acordo com estimativas da Forbes, o artista teve ganhos de US$ 66 milhões em 2025.
A pergunta que surge é: quem paga o show do intervalo do Super Bowl? A resposta é que a NFL não transfere cachê aos músicos, mas banca a produção completa do show. Isso abrange custos com cenografia, deslocamento, equipamentos, ensaios e toda a logística necessária para montar e desmontar o palco em questão de minutos.
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Considerando que o Super Bowl costuma atrair mais de 100 milhões de espectadores, a apresentação é vista como uma vitrine de alto impacto. O principal benefício para o artista é a exposição, que pode impulsionar o consumo de suas músicas, o interesse por novos projetos e o fortalecimento de sua imagem em mercados fora dos Estados Unidos.
A decisão da NFL de não pagar cachê se baseia em um princípio de prioridade: garantir que o intervalo complemente a final do campeonato, e não a compita em importância. A organização acredita que o espaço deve ser visto como uma promoção para os músicos, enquanto o evento esportivo mantém o protagonismo.
Essa política se repete ano após ano e se consolidou como padrão no maior espetáculo do futebol americano. As performances musicais do Super Bowl se tornaram algumas das apresentações mais assistidas do mundo. Nos últimos anos, artistas como Kendrick Lamar (2025), com 133,5 milhões de espectadores, Michael Jackson (1993), com 133,4 milhões, Usher (2024), com 123,4 milhões, Rihanna (2023), com 121 milhões, e Katy Perry (2015), com 118,5 milhões, registraram audiências históricas.
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