STF sob Pressão: Ives Gandra Aponta Crise e Propõe Soluções Urgentes!

STF sob pressão! Ives Gandra alerta para crise e defende código de conduta para ministros. Críticas à atuação do STF e busca por transparência. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

A Segunda-Feira, 2 de fevereiro de 2026, marca um momento de intensa pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Essa situação é avaliada pelo advogado Ives Gandra, consultor da Assembleia Constituinte de 1987 e com vasta experiência no STF desde 1962.

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Gandra observa que a Corte enfrenta uma grave crise de reputação, exigindo respostas concretas e estruturadas.

Necessidade de Limites e Responsabilização

Segundo Gandra, a iniciativa de estabelecer um código de conduta para os ministros do STF é um passo crucial para que o tribunal retorne à sua forma original. Ele defende a definição de limites claros de atuação e a implementação de mecanismos de responsabilização, visando restaurar a confiança da sociedade.

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Papel do Senado e Código de Conduta

O advogado acredita que um código de conduta funcionaria como uma ferramenta institucional de equilíbrio entre os Poderes. Ele prevê que, em caso de descumprimento, um Senado mais conservador nas próximas eleições se posicionaria para avaliar a situação.

O código incluiria restrições objetivas, como decisões individuais apenas em situações urgentes, proibição de atuação de parentes em processos e vedação à advocacia administrativa.

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Críticas à Prática do STF

Gandra critica práticas recentes do STF, como decisões monocráticas e o uso frequente de sessões virtuais, que, na sua visão, enfraquecem o contraditório e diminuem o papel da advocacia. Ele ressalta a importância da interação direta com os ministros no processo de julgamento.

Além disso, o advogado manifesta preocupação com o sigilo prolongado do inquérito das fake news, que já dura sete anos, considerando-o uma violação dos princípios da administração pública.

Abertura para o Debate

Apesar do cenário adverso, Gandra percebe uma abertura para o debate. Ele acredita que a crescente pressão pública, expressa em “gritos de alerta”, ainda oferece uma chance de correção de rumo. Ele enfatiza a necessidade de transparência, ressaltando que “o povo tem que saber de tudo”.

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