STF investiga suspeitas envolvendo Toffoli e Master: novo choque na Corte!
STF investiga suspeitas de abuso de poder envolvendo Toffoli no caso Master? Relatório de Rodrigues aguarda decisão de Fachin. Urgente! 🚨
O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não se manifestou sobre a possibilidade de investigar suspeitas de abuso de poder envolvendo a Polícia Federal, após receber um relatório do diretor-geral, Andrei Rodrigues, ao presidente da Corte, Edson Fachin.
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O documento tratava sobre a possível suspeita do ministro Dias Toffoli no inquérito do Banco Master.
Para que investigações sejam iniciadas, é necessária uma declaração da Procuradoria-Geral da República (PGR), que ainda não foi emitida. A análise do relatório e a tomada de decisões cabem exclusivamente ao presidente do Supremo.
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Rejeição do Relatório e Arquivamento do Caso
A Arguição de Suspeição aberta contra Toffoli, ocorrida em 10 de fevereiro, foi considerada inepta pelos ministros do STF. Após a mudança da relatoria para o ministro André Mendonça, o caso foi arquivado por Fachin no sábado (21.fev.2026).
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Os ministros aguardam novos direcionamentos na investigação para avaliar possíveis irregularidades. Mendonça já assumiu a responsabilidade pela investigação desde que assumiu a relatoria.
Contato com o STF e Expectativas
Este jornal digital entrou em contato com o STF para verificar se a presidência considerou o caso como abuso de poder e se haverá alguma providência. Até a publicação desta reportagem, não houve resposta.
A expectativa é que o STF possa avançar na análise do caso, buscando esclarecimentos sobre as suspeitas levantadas.
Conteúdo do Relatório e Argumentos Apresentados
O documento de Andrei Rodrigues argumentava que havia uma relação de proximidade entre o ministro Toffoli e Daniel Vorcaro, fundador do Master. A alegação era que essa ligação poderia impedir o magistrado de atuar no caso.
Um dos indícios dessa relação – a ida de Toffoli a um evento patrocinado em parte pelo banco, em Londres, em abril de 2024 (com outros integrantes do Supremo) – não estava presente no relatório policial, mas era informação de domínio público.
Decisão do Supremo e Críticas ao Relatório
O Supremo decidiu rejeitar o documento de 200 páginas. Para os 10 ministros que participaram da reunião, o relatório era ilegal e um “lixo jurídico”, na expressão do ministro Flávio Dino. Além de ser uma coletânea de achados fortuitos sobre alguém com foro especial (no caso, Dias Toffoli), também trazia um minucioso cruzamento de dados e checagem de informações que configuravam uma investigação indevida.
“Foro por Prerrogativa de Função” e Investigação Policial
A lei no Brasil confere a certas autoridades o chamado “foro por prerrogativa de função”. Se um policial em qualquer nível encontra de maneira fortuita o que pode ser uma eventual prova de ilícito contra uma autoridade, não pode fazer nada nem prosseguir com uma investigação sem autorização judicial expressa.
Banco Master e Operação Compliance Zero
A operação Compliance Zero, deflagrada em 18 de novembro de 2025 pela Polícia Federal, investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras no mercado de capitais. A suspeita da PF e do Banco Central é que houve desvio de ativos e ocultação de prejuízo.
O ministro no Supremo até 12 de fevereiro de 2026, em 3 meses com a PF. O ministro depois da reunião interna do colegiado.
Encontrado Envelope com Nome do Deputado Federal
O caso tramita no Supremo porque foi argumentado que há, pelo menos, uma autoridade citada, com prerrogativa de foro. Foi encontrado pela Polícia Federal um envelope com o nome do deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) em um endereço ligado a Daniel Vorcaro.
Conteúdo dos Aparelhos Eletrônicos
O material considerado mais sensível desse caso ainda não foi revelado por completo. A PF nunca compartilhou com o Supremo Tribunal Federal os conteúdos de dezenas de aparelhos eletrônicos apreendidos (52 desses equipamentos são telefones celulares).
Expectativas e Dificuldades na Apuração
O STF é responsável por relatar o caso, mas não sabe quase nada a respeito do que está sendo apurado. Sabe-se que há citações a outras autoridades com foro. Esse é um dos pontos que dificulta o envio de toda a apuração à 1ª Instância, como é desejo de parte dos citados.
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