O ministro André Mendonça, do STF, assumiu recentemente a relatoria de dois casos que geram grande preocupação no Palácio do Planalto. Além da investigação em curso sobre o Banco Master, Mendonça também está à frente da análise do escândalo envolvendo o INSS, com fortes ligações ao ex-deputado federal Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente do PT.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Caso Master: Próximos Passos
Com o caso do Banco Master, Mendonça terá a responsabilidade de definir os próximos passos nas apurações, que ainda não foram concluídas. Isso inclui a autorização de novas investigações contra os suspeitos envolvidos e a possibilidade de medidas cautelares, como prisões preventivas.
A situação se agrava com a necessidade de decisões rápidas para evitar a continuidade das irregularidades.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Escândalo do INSS: Conexões e Implicações
O STF se viu obrigado a intervir diante dos casos de fraudes nos descontos associativos dos beneficiários do INSS, que surgiram em junho de 2025. Diante da situação, o governo solicitou a paralisação de todos os processos de ressarcimento dos valores.
A Corte precisou estabelecer um acordo uniforme para garantir o pagamento de todos os aposentados e pensionistas afetados.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
LEIA TAMBÉM!
Investigações e Prisões
A investigação do caso do INSS culminou com a prisão preventiva do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e do ex-presidente do instituto, Alessandro Antônio Stefanutto. Em dezembro de 2025, uma nova fase da operação resultou na prisão do secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo da Cunha Portal.
A Polícia Federal também investigou o senador (PDT-MA), considerando-o um “braço político do Careca do INSS”.
Processos Eleitorais e Mudanças no STF
Além das investigações, o ministro Mendonça também assumirá a vice-presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) neste ano. Em conjunto com o próximo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, eles coordenarão os processos eleitorais para diversas eleições, incluindo as de deputados federais, estaduais, senadores, governadores e presidente da República.
Enquanto isso, o ministro Toffoli passará a ocupar a terceira vaga no Tribunal destinada a ministros do STF.
