Ministro Toffoli sai de relatoria no Banco Master: choque no Congresso! Reações e pressão por CPI para investigar fraude financeira. Saiba mais.
A decisão do ministro Dias Toffoli de deixar a relatoria do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF) gerou reações diversas no Congresso Nacional. A maioria dos parlamentares considerou a mudança uma medida oportuna, embora alguns a tenham visto como tardia.
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A expectativa é que a redistribuição do caso promova um aprofundamento das investigações.
Deputados e senadores de diferentes partidos defenderam a redistribuição do processo, buscando maior transparência e aprofundamento das investigações. O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) ressaltou que o ministro Toffoli não deveria ter assumido a relatoria devido a um conflito de interesses evidente, enfatizando a importância da decisão para preservar a credibilidade do tribunal.
A Polícia Federal recebeu aplausos por seu trabalho na investigação.
O deputado Zé Trovão (PL-SC) classificou a decisão como insuficiente, criticando o que ele chamou de postura corporativa da Corte. A sociedade, segundo ele, continuará pressionando por novas revelações. O deputado Rafael Pezenti (MDB-SC) alertou para o risco de “corporativismo” no Supremo, defendendo que o caso necessite de esclarecimento para evitar que seja “abafado”.
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O líder da oposição, Cabo Gilberto (PL-PB), classificou a decisão como “acertada” e reiterou o compromisso de seguir “na luta pelo impeachment”. A deputada Gisela Simona (União Brasil-MT) considerou a saída de Toffoli como “positiva”, destacando a importância da imparcialidade no Judiciário e a necessidade de investigar os fatos noticiados, que a tornaram “suspeita nos termos da lei”.
Ela defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a maior fraude financeira do país.
No Senado, o senador também manifestou críticas sobre a demora na decisão. Em nota, os demais ministros do STF informaram que a presidência adotará as providências processuais necessárias, incluindo a extinção da ação de suspeição e a remessa dos autos ao novo relator.
A nota reafirma a validade dos atos de Toffoli e expressa apoio pessoal ao ministro, além de declarar a inexistência de suspeição ou impedimento.
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