STF Coordena Oitivas em Investigação de Fraude no Banco Master e BRB

STF coordena oitivas em investigação de fraude no Banco Master e BRB. Depoimentos incluem Robério Cesar Bonfim Mangueira e Luiz Antonio Bull. Acompanhe!

27/01/2026 3:37

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(Imagem de reprodução da internet).

STF Direciona Oitivas na Investigação de Fraude no Banco Master

O Supremo Tribunal Federal (STF) está coordenando oitiva de quatro indivíduos ligados ao Banco Master e ao Banco Regional de Brasília (BRB). As depoimentos estão programados para esta terça-feira (27) e serão conduzidos pela Polícia Federal (PF).

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Os nomes incluem Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de operações financeiras do BRB; Luiz Antonio Bull, ex-diretor de riscos, compliance, RH e tecnologia do Master; e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master.

Ainda nesta terça-feira, a PF também pretende ouvir à distância Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master. Os depoimentos fazem parte de uma investigação que apura supostas fraudes financeiras envolvendo as instituições.

Na segunda-feira (26), a PF já realizou oitiva com Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor executivo Financeiro e de Administração do BRB, e Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente-executivo de tesouraria do Master. Durante o depoimento de Alberto Felix de Oliveira Neto, o depoente permaneceu em silêncio.

A defesa de Henrique Souza e Silva Peretto e André Felipe de Oliveira Seixas Maia, ambos executivos da Tirreno, empresa investigada no esquema, cancelou a comparecimento ao tribunal, alegando falta de tempo para análise do processo e preparação para os questionamentos da delegada.

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O STF está direcionando o andamento da investigação, após o ministro Toffoli reduzir o prazo originalmente solicitado pela Polícia Federal. Essa decisão tem gerado tensões na relação institucional entre o STF e a PF, devido à desconfiança do ministro na atuação da Polícia Federal no âmbito da investigação.

A PF tem um prazo de 60 dias para apresentar um relatório com as provas colhidas e os nomes dos indiciados. O caso chegou ao STF devido ao suposto envolvimento de um deputado na fraude, o qual possui foro privilegiado.

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