STF Confirma Prisões Preventivas no Caso Master: Vorcaros Sob Investigação!

STF mantém prisões de Vorcaro no caso Master! Henrique e Felipe Vorcaro permanecem sob preventiva após decisão histórica do STF. Saiba mais!

11/06/2026 05:10

2 min

STF Confirma Prisões Preventivas no Caso Master: Vorcaros Sob Investigação!
(Imagem de reprodução da internet).

Prisões Preventivas Mantidas no Caso Master São Referendadas pelo STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, neste sábado (23), as prisões preventivas de Henrique e Felipe Vorcaro, pais e primo do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A decisão, por 2 votos a 0, segue o entendimento do ministro André Mendonça, relator do caso na Segunda Turma do STF.

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As prisões foram confirmadas após investigações que revelaram fraudes no Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025.

Antecedentes da Operação e Votos dos Ministros

A Operação Compliance Zero, iniciada pela Polícia Federal em maio de 2025, investiga irregularidades financeiras no Banco Master. Felipe Vorcaro foi alvo de uma operação no dia 7 de maio, enquanto Henrique Vorcaro foi preso em 14 de maio. O ministro Luiz Fux, do STF, antecipou seu voto em ambas as ações, acompanhando o relator, André Mendonça.

Gilmar Mendes, que inicialmente solicitou vista, adiou a decisão do julgamento.

Argumentos dos Ministros e Impacto da Vista

André Mendonça justificou a manutenção das prisões, alegando “fortes indícios” de que os indivíduos envolvidos integram uma estrutura complexa para a prática de crimes com grande impacto na sociedade. Ele ressaltou a ausência de medidas alternativas que garantissem a ordem pública e o bom andamento da investigação.

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Felipe Vorcaro foi preso devido a um “papel significativo” em transações financeiras suspeitas de lavagem de dinheiro, conforme parecer do Ministério Público Federal.

Considerações Finais e Suspeição de Toffoli

A Segunda Turma do STF é composta pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Nunes Marques e Dias Toffoli. Este último se declarou suspeito para julgar processos relacionados ao Master, tendo já relatado a investigação em fevereiro.

A decisão de postergar o julgamento por meio do pedido de vista, que concede até 90 dias para Gilmar Mendes analisar o caso, pode prolongar a incerteza sobre o futuro das prisões.

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