STF promove evento para comemorar 3 anos do 8 de Janeiro | Presidente Edson Fachin destaca atuação de Alexandre de Moraes.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, destacou o trabalho do ministro Alexandre de Moraes durante um evento comemorativo dos três anos do 8 de Janeiro, ocorrido na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026. O evento, focado na reconstrução e na preservação da memória do episódio, reuniu autoridades e profissionais envolvidos na resposta aos ataques.
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Fachin enfatizou os sacrifícios pessoais e familiares enfrentados por Moraes, ressaltando que sua atuação foi pautada pelo cumprimento do seu dever profissional.
Durante o discurso, Fachin mencionou a reabertura da sede do STF, que foi restaurada 24 dias após os ataques. Ele enfatizou que o 8 de Janeiro não se resume ao vandalismo, mas também à vontade de reconstruir, à resiliência e ao compromisso com a democracia.
A iniciativa visa garantir que o episódio não se repita e reconhecer o trabalho de todos que contribuíram para a recuperação do espaço.
O evento contou com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, e do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado pelo presidente (PT) para a vaga aberta no STF. Ele ainda passará por sabatina no Senado, em data a ser marcada.
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A programação incluiu a exibição de um documentário, “Democracia Inabalada: mãos da reconstrução”, produzido pela TV Justiça, que traz depoimentos de profissionais da Corte que testemunharam os ataques e participaram da reconstrução do Palácio da Justiça.
A programação do STF também reservou um espaço para uma roda de conversa com jornalistas que cobriram o 8 de Janeiro, incluindo Weslley Galzo, O Estado de S. Paulo; Marina Dias, Washington Post; Gabriela Biló, fotógrafa da Folha de S. Paulo. Além disso, houve uma mesa-redonda com o título “Um dia para não esquecer”, com quatro palestrantes: Ronilso Pacheco, teólogo, pesquisador e colunista do UOL; Carlos Fico, historiador, pesquisador e professor titular de História do Brasil da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Juliana Maia Victoriano da Silva, advogada e cientista social; Felipe Recondo, cofundador do Jota.
O objetivo central do evento foi preservar a memória do episódio para que ele não se repita, reconhecer o trabalho de quem contribuiu para a reconstrução do espaço e reafirmar o compromisso com o Estado Democrático de Direito.
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