STF Autoriza Acesso aos Dados de Lulinha em Investigação do INSS!
STF Autoriza Acesso aos Dados de Lulinha! Investigação do INSS avança com ordem do Supremo. Descubra os detalhes chocantes!
Investigação do INSS: STF Autoriza Acesso aos Dados do Empresário Lulinha
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu em janeiro o pedido da Polícia Federal (PF) para quebra dos sigilos fiscal, telemático e bancário do empresário Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A medida foi divulgada inicialmente pelo Poder 360 e confirmada pela EXAME.
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O caso está sob sigilo no STF e faz parte de uma investigação mais ampla sobre suspeitas de fraudes relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Suspeitas e Depoimentos: A Origem da Ordem
A solicitação de acesso aos dados de Lulinha surgiu após menções ao seu nome em depoimentos de outros investigados no inquérito. A Polícia Federal argumentou que, embora as referências tenham sido feitas por terceiros, a falta de informações concretas sobre uma participação direta no esquema investigado justificava a medida.
Os investigadores buscam utilizar essas informações para aprofundar a investigação e identificar possíveis conexões.
CPMIs e a Busca por Vínculos
A decisão do STF autoriza a análise das informações financeiras e de comunicação de Lulinha, que serão utilizadas na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. A CPMI, que já aprovou mais de 80 requerimentos, tem como objetivo principal apurar se Lulinha teria atuado como sócio oculto de Antônio Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, um dos principais operadores do esquema investigado.
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Mensagens Chave e a Investigação em Andamento
Uma peça central na investigação é Roberta Luchsinger, que é vista como parte fundamental do núcleo político da organização liderada por “Careca do INSS”. Mensagens interceptadas revelaram que, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil à empresa de Luchsinger, “Careca do INSS” respondeu que se tratava de “o filho do rapaz”, o que levanta suspeitas sobre a possível ligação com Lulinha.
A CPMI busca confirmar ou desmentir essa conexão, além de examinar outros vínculos societários.
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