STF Arquiva Ação de Suspeição Contra Ministro Toffoli
Em uma decisão oficializada no sábado, 21 de fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a ação de suspeição envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. A decisão seguiu após Moraes deixar a relatoria do caso na quinta-feira, 12 de fevereiro.
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A ação foi aberta no dia 10 de fevereiro, gerando debates sobre a condução das investigações relacionadas ao Banco Master.
Contexto da Suspeição
O processo de suspeição contra o ministro Toffoli surgiu em um momento de intensos debates sobre as investigações do Banco Master. A ação questionava a atuação de Toffoli como relator das investigações, levantando preocupações sobre possíveis influências externas no andamento do caso.
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Decisão do STF
O presidente do STF, Luís Roberto Fachin, liderou o arquivamento da ação de suspeição. A Presidência do Supremo Tribunal Federal formalizou o encerramento da ação, que questionava a atuação de Toffoli. A decisão foi baseada na avaliação dos ministros do STF, que concluíram que não havia fundamentos suficientes para prosseguir com a arguição de suspeição.
Procedimento e Motivação
A decisão refletiu um procedimento padrão adotado pela Corte. Fachin havia sido responsável pelo caso, e a avaliação dos ministros indicou que a arguição de suspeição não tinha cabimento após a análise dos documentos disponíveis. A decisão foi tomada após uma reunião sigilosa dos ministros no gabinete da presidência.
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Considerações Adicionais
A manifestação da Corte indicou que não havia evidências que justificassem a continuidade da ação. A decisão foi tomada com base em um procedimento padrão, e a avaliação dos ministros considerou os altos interesses institucionais envolvidos no caso.
A reunião sigilosa dos ministros no gabinete da presidência foi um ponto crucial na tomada da decisão final.
