Sistema Campo Limpo bate recorde histórico na reciclagem de embalagens! 🚀 Quase 76 mil toneladas de resíduos agrícolas reciclados em 2025. Saiba mais!
No ano passado, o Sistema Campo Limpo, programa de logística reversa para resíduos do agronegócio brasileiro, registrou um volume impressionante de reciclagem: quase 76 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas foram entregues para reciclagem.
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Esse número representa o maior volume já alcançado no programa e um aumento significativo de 11% em comparação com 2024. Essa trajetória ascendente demonstra o crescente engajamento do setor.
Desde sua criação em 2002, o Sistema Campo Limpo já recolheu e destinou para nova utilização a impressionantes 902 mil toneladas de embalagens vazias. O programa continua a evoluir, buscando otimizar a coleta e o destino final desses resíduos, um desafio constante no setor agrícola.
Atualmente, 92% das embalagens recebidas são recicladas e reutilizadas na fabricação de 38 produtos diversos, muitos dos quais fazem parte do nosso dia a dia nas cidades. A resina obtida a partir da reciclagem é utilizada na produção de sinalização de trânsito, cruzetas para postes de energia e tubulações de esgoto, além de novas embalagens para defensivos agrícolas.
Apenas o que não pode ser reutilizado é encaminhado para incineração.
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Segundo Marcelo Okamura, diretor-presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), “o sistema prova que, quando todos assumem sua parte, é possível gerar resultados concretos para o meio ambiente e para a sociedade”.
O sucesso do programa depende do compromisso dos produtores rurais, que realizam a “tríplice lavagem” no campo e devolvem as embalagens corretamente após o uso. Além disso, 411 unidades de recebimento e 256 associações de revendas e cooperativas desempenham um papel crucial no recolhimento das embalagens.
Okamura ressalta que o avanço do programa enfrenta desafios importantes, especialmente na expansão da logística reversa em regiões mais distantes e de menor densidade agrícola. “Continuamos investindo na construção e modernização de unidades, no aprimoramento de processos e em soluções logísticas que permitam ampliar o acesso dos agricultores”, conclui.
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