Síndico confessa e Polícia Civil encontra corpo de Dayane em Caldas Novas

Corpo de Dayane Aparecida é encontrado em mata próxima a Caldas Novas. Síndico, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o crime e indicou o local. Investigações sobre o caso

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(Imagem de reprodução da internet).

Após uma operação da Polícia Civil, o corpo de Dayane Aparecida, corretora de imóveis, foi encontrado em uma área de mata densa, aproximadamente 15 quilômetros de Caldas Novas, próximo à rodovia que liga as cidades. A descoberta ocorreu após a confissão do síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, que indicou o local onde o corpo estava oculto.

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A ação conjunta com seu filho encerrou as buscas pela vítima, que havia desaparecido desde o dia 17 de dezembro de 2025.

Detalhes da Descoberta

Durante a operação, o síndico apontou para um canal de água em uma descida, onde o corpo de Dayane foi encontrado. A Polícia Civil detalhou que ele removeu o corpo e o depositou na região de mata. A prisão dos dois indivíduos foi precedida pela expedição de mandados de busca, baseados em evidências que já indicavam sua participação no crime.

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Investigação e Confissão

O delegado João Paulo Mendes, da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), explicou que a investigação demonstrou que Cléber Rosa de Oliveira possuía os meios, o modo e o motivo para cometer o crime. Após a confissão e a apresentação do local, foi possível comprovar a materialidade do crime.

Cronologia do Desaparecimento

O desaparecimento de Dayane Aparecida ocorreu após uma queda de energia em seu apartamento. Imagens de câmeras de segurança e um vídeo enviado por ela mostram seus últimos passos, incluindo a interação com o funcionário da portaria sobre a falha elétrica e uma conversa no elevador com um vizinho.

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A investigação também considera um vídeo que ela estaria gravando durante o trajeto para religar o relógio de energia.

Denúncia e Acusações

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) denunciou Cléber Rosa de Oliveira, síndico do Condomínio Amethist Tower, pelo crime de perseguição, com base em episódios ocorridos entre fevereiro e outubro de 2025. A acusação alega que o síndico adotou condutas que ameaçaram a integridade física e psicológica da corretora, restringindo sua liberdade e privacidade.

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