Sidônio Palmeira defende extinção da escala 6×1 sem cortes salariais e cita avanços sociais

Sidônio Palmeira defende extinção da escala 6×1 sem cortes salariais. Ministro destaca programas sociais e participação em eventos como a COP30.

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(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, defende que um dos principais objetivos do governo para 2026 seja a extinção da escala de trabalho 6×1, sem que haja redução de salários. Palmeira, que atuou como marqueteiro para o PT em 2022, durante a eleição de Lula, não detalha os métodos para alcançar esse objetivo.

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Ele não considera os dados sobre a baixa produtividade do trabalho brasileiro em comparação com outros países.

Produtividade em Comparação Internacional

O Brasil ocupa a 95ª posição em produtividade por hora trabalhada, conforme dados da Organização Internacional do Trabalho. Países como Luxemburgo, Noruega e Bélgica, com jornadas de trabalho reduzidas, figuram entre os 10 primeiros do ranking, apresentando trabalhadores até sete vezes mais produtivos que os brasileiros.

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Exaltação aos Programas Sociais

Sidônio Palmeira destaca os programas sociais implementados durante os primeiros anos do terceiro mandato de Lula, enfatizando que o governo atua “para o povo, com o povo e do lado do povo”. Ele cita iniciativas como Luz do Povo, Gás do Povo, Reforma Casa Brasil, Agora Tem Especialistas, CNH do Brasil e o IR Zero, ressaltando o retorno do Brasil ao centro do debate climático global, evidenciado pela participação na COP30.

Participação em Conferências Internacionais

A Cúpula do Clima de Belém, realizada em novembro de 2023, contou com a presença de 18 presidentes, 11 primeiros-ministros, o secretário de Estado do Vaticano e um rei. Em contraste, a COP25, em Madri, em dezembro de 2019, reuniu apenas três presidentes e três primeiros-ministros, em condições adversas.

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Custos e Logística de Eventos Internacionais

Em 2019, o custo estimado de R$ 500 milhões para a transferência da COP25 para o Brasil foi considerado excessivo, levando à sua realização no Chile. A decisão foi revertida em outubro de 2019 devido a protestos políticos, resultando na sede da conferência pelo governo espanhol.

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