Setor de Combustíveis em Alerta Máximo: Desabastecimento Ameaça o Brasil!

Alerta do setor: desabastecimento de combustíveis ameaça o Brasil! Entidades pressionam por medidas urgentes após alta do diesel. Saiba mais!

20/03/2026 15:04

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(Imagem de reprodução da internet).

Entidades do Setor de Combustíveis Alertam para Riscos de Desabastecimento

Em um esforço para pressionar por ações imediatas, entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta sobre a delicada situação dos preços dos combustíveis no Brasil. O documento reivindica a adoção de medidas urgentes para evitar o agravamento dos riscos de desabastecimento em todo o país.

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Na prática, o setor argumenta que é necessário um reajuste nos preços dos combustíveis. A nota é assinada por importantes associações do setor, incluindo a Abicom (importadoras), BrasilCom (distribuidoras), Fecombustíveis (varejo), Regina Brasil (refinadores), Sincopetro (varejo) e Sindicom (distribuidoras).

As entidades esclarecem que as medidas implementadas recentemente, como a redução de impostos sobre o diesel e a subvenção econômica, ainda não estão totalmente refletindo nos preços pagos pelos consumidores. Elas enfatizam que a composição do combustível vendido nos postos de gasolina é composta majoritariamente por diesel A (85%) com a adição de 15% de biodiesel.

O setor destaca que o impacto das ações governamentais sobre o diesel A não se traduz automaticamente em uma redução de custo para o consumidor final. O efeito final depende de uma série de fatores, incluindo a proporção de mistura obrigatória de biodiesel, o custo do biodiesel em si, o ICMS, os custos de frete, os custos operacionais e a origem de aquisição do produto.

As entidades apontam que o aumento do preço do diesel A, registrado em R$ 0,38 por litro a partir de 14 de março, e o impacto estimado de R$ 0,32 por litro no diesel B, refletem a dinâmica do mercado. Informações também indicam que os leilões da Petrobras estão negociando o produto puro em faixas de preço entre R$ 1,80 e R$ 2,00 por litro, valores superiores aos estabelecidos pelas refinarias da própria empresa.

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Além disso, o setor ressalta que uma parcela significativa do abastecimento nacional depende de refinarias privadas e importadores que atuam no mercado internacional, o que torna a variação do preço do petróleo um fator determinante na cadeia de abastecimento.

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