Setor da carne bovina brasileira dispara: exportação cresce 40% em 2025

Exportação de carne bovina brasileira dispara em 2025! Receita sobe 40% e volume cresce 20,7%, impulsionada pela China. Abrafrigo projeta desafios para 2026.

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(Imagem de reprodução da internet).

Em 2025, o setor de exportação de carne bovina brasileiro apresentou um desempenho notável, com um aumento de 40% na receita em comparação com o ano anterior. Segundo dados da Associação Brasileira dos Frigoríficos (Abrafrigo), o valor total alcançado foi de US$ 18,365 bilhões.

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O volume embarcado também cresceu significativamente, atingindo 3,853 milhões de toneladas, representando um aumento de 20,7% em relação a 2024.

Este crescimento expressivo na receita e no volume demonstra uma valorização da carne brasileira nos mercados internacionais. A associação destaca que a indústria evoluiu, deixando de ser vista apenas como uma commodity focada em grandes volumes para mercados menos exigentes.

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A carne bovina brasileira se consolidou como uma fonte relevante de geração de divisas, atendendo às demandas de mercados sofisticados e com padrões de qualidade elevados.

Em 2025, o Brasil exportou carne bovina para 177 destinos. A China se manteve como o principal comprador, responsável por 48,2% das receitas, totalizando US$ 8,845 bilhões. No segmento de carne in natura, a participação chinesa ultrapassou 53% do faturamento e do volume exportado.

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Além da China, Estados Unidos, União Europeia, Chile, México e Rússia também se destacaram como importantes destinos de exportação, com o bloco europeu apresentando um crescimento de 76,5% na receita, impulsionado pelo acordo comercial com o Mercosul.

A Abrafrigo antecipa desafios para o setor em 2026, incluindo restrições tarifárias da China, aumento da competitividade global e a necessidade de expandir mercados complexos como Japão, Coreia do Sul e Vietnã. Apesar desses desafios, a associação acredita que o setor continuará a passar por um processo de consolidação, mantendo sua relevância econômica através da diversificação de clientes e do aumento da sofisticação das exportações.

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