Sequestro de Estudantes em Escola no Níger Desencadeia Preocupações Internacionais
Um grupo de estudantes foi sequestrado em uma escola católica localizada no centro do estado de Níger, conforme relatado por um funcionário municipal nesta sexta-feira (21). Este incidente marca o segundo caso semelhante em menos de uma semana, intensificando as tensões existentes entre a Nigéria e grupos que expressam preocupação com a situação da minoria cristã no país, o mais populoso da África.
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O sequestro ocorreu na escola St. Mary, situada na região de Agwara, no estado de Níger. O secretário Abubakar Usman informou que o número exato de estudantes envolvidos no sequestro ainda não foi determinado. Agências de segurança estão avaliando a situação e mobilizando recursos para o resgate.
A polícia do estado de Níger recebeu o alerta às 2h locais (23h em Brasília) sobre a invasão da escola privada de ensino médio St. Mary por indivíduos armados, que sequestraram um número indeterminado de estudantes residentes na instituição.
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As autoridades mobilizaram unidades técnicas e soldados para tentar localizar e resgatar os estudantes.
Incidentes Recentes Aumentam a Tensão na Região
Este novo sequestro ocorre em meio a uma série de eventos recentes que geram preocupação. Na segunda-feira (17), um grupo de homens armados sequestrou 25 alunas em uma escola de ensino médio no estado de Kebbi, no noroeste do país. Uma das alunas conseguiu escapar, mas as demais permanecem desaparecidas.
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Adicionalmente, um dia após o primeiro sequestro, homens armados mataram duas pessoas em uma igreja no oeste do país durante uma missa transmitida ao vivo. Acredita-se que dezenas de fiéis presentes no local também foram sequestrados.
Contexto Internacional e Reações
Os incidentes recentes ocorrem em um momento de crescente pressão internacional, com o presidente americano expressando preocupação com a situação e a possibilidade de intervenção militar, devido ao que ele considera uma campanha de assassinatos de cristãos por grupos jihadistas.
Essa narrativa tem sido negada pelo governo nigeriano.
