Senadores Buscam Testemunhos de Familiares do Ministro Toffoli em CPI
Senadores da oposição protocolaram nesta quarta-feira (28) requerimentos para convocar dois irmãos do ministro Luís Roberto Barroso Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e seu primo, Mario Umberto Degani, para prestar esclarecimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado.
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Os senadores Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES) justificam a necessidade da oitiva, alegando que a exploração de jogos de azar ilegais pode estar relacionada à lavagem de dinheiro.
Investigação Começa com Revelação da Metrópoles
A solicitação surge em meio a uma investigação sobre fraude no Banco Master. A CPI se concentrou no Resort Tayayá, que já teve os irmãos e o primo do ministro do STF como proprietários. A reportagem do portal Metrópoles trouxe à tona a presença de jogos de azar no empreendimento.
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Transação Envolvendo Arleen Fundo de Investimento
A transação que levou o controle do Resort Tayayá envolveu a Arleen Fundo de Investimento, administrada por uma instituição que também está sob investigação no contexto do escândalo do Banco Master. A oitiva dos envolvidos, incluindo os proprietários e administradores do Resort Tayayá, visa esclarecer o período de início das atividades e o grau de conhecimento dos envolvidos sobre os fatos.
Objetivo da Oitiva
A CPI busca reconstruir a dinâmica dos acontecimentos e apurar a relação entre a exploração de jogos de azar ilegais e a possível atuação de crime organizado, conforme apontado pelo senador Alessandro Vieira à CNN.
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