Pedido de Impeachment de Toffoli Protocolado por Senadores
Senadores da oposição registraram, na quarta-feira (14.jan.2026), um pedido formal de impeachment contra o ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). O documento, assinado por parlamentares dos partidos PL-ES, Republicanos-DF e Novo-CE, levanta preocupações sobre suas ações no caso Banco Master, além de possíveis relações envolvendo familiares.
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O pedido foi encaminhado ao presidente do Senado, (União Brasil-AP), que terá a responsabilidade de decidir se o processo seguirá adiante. A base legal para o impeachment reside em supostas irregularidades no caso Banco Master, que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro e operações financeiras de grande volume.
Segundo a oposição, as decisões tomadas por Toffoli, incluindo a reavaliação de decisões anteriores e a autorização de novas diligências pela Polícia Federal e Procuradoria Geral da República, geram dúvidas sobre a imparcialidade e a previsibilidade do processo.
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A questão da interferência do ministro no andamento das investigações é central no argumento.
Além disso, o pedido destaca relações extraprocessuais e vínculos indiretos envolvendo familiares do ministro, o que, na visão dos senadores, pode comprometer a independência de um membro do STF. A oposição argumenta que, mesmo sem comprovação criminal, o conjunto de ações e conexões justificaria a abertura de um processo político-jurídico para apurar eventual crime de responsabilidade.
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O caso Banco Master é investigado por suspeitas de crimes financeiros. O STF alega que as medidas foram baseadas em indícios de novos delitos, mas a oposição mantém suas preocupações sobre a condução do inquérito.
