Senadores Democratas criticam ataques aéreos na Venezuela ordenados por Donald Trump. Críticas de Rubén Gallego e Brian Schatz à escalada do conflito.
Senadores do Partido Democrata manifestaram sua forte oposição aos ataques aéreos realizados na Venezuela, ordenados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A reação veio em um momento de crescente tensão entre os dois países. Em mensagens divulgadas na rede social X (ex-Twitter), o senador pelo Arizona, Rubén Gallego, criticou veementemente a ação, classificando-a como ilegal e vergonhosa.
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Gallego enfatizou que a transformação dos Estados Unidos de “policiais mundiais” para “agressores mundiais” em um período tão curto é preocupante. Ele declarou que não existe justificativa válida para a escalada do conflito, reiterando a necessidade de evitar uma guerra contra a Venezuela.
Outro senador democrata, Brian Schatz, representante do estado do Havaí, também se manifestou publicamente. Em sua mensagem no X, Schatz argumentou que os Estados Unidos não possuem interesses vitais na Venezuela que justifiquem a ocorrência de uma guerra.
Ele expressou a opinião de que a situação exige cautela e que o governo não deveria se envolver em mais “aventuras estúpidas”, evitando a necessidade de explicar a população americana as ações.
A Casa Branca ainda não emitiu um comunicado oficial sobre os ataques aéreos. No entanto, fontes das emissoras “CBS” e “Fox News” confirmaram que o presidente Trump ordenou as operações aéreas dentro do território venezuelano, conforme informações divulgadas por dois funcionários do governo americano para o canal de televisão.
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O Pentágono também não divulgou informações sobre o ataque. O presidente Trump está em sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, onde passou o Natal e o final do ano. A Constituição dos Estados Unidos atribui ao Congresso o poder de declarar guerra.
O governo Trump justificou o envio de tropas para a Venezuela como uma resposta à declaração de grupos de narcotraficantes como terroristas e à alegação de que Nicolás Maduro lidera um “narcoestado”.
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