Senador Vieira acusa Toffoli de favorecimento no caso Banco Master! 🚨 Nova denúncia surge sobre suspeitas de corrupção no STF. Saiba mais!
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) formalizou nesta quinta-feira (12) um pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a instituição apresente ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli, que atualmente preside a relatoria do inquérito que apura fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master.
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A representação, encaminhada ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, baseia-se em informações contidas em um relatório da Polícia Federal (PF), obtido a partir do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o documento, o relatório aponta para menções ao nome do ministro em conversas por WhatsApp.
As reportagens citadas na representação indicam que Vorcaro, em determinado momento, possuía vínculo comercial com uma empresa que, posteriormente, foi controlada por familiares do ministro Toffoli. Para o senador Vieira, essa relação comercial pode comprometer a imparcialidade na condução do inquérito.
A representação solicita, além da suspeição, a abertura de uma investigação específica para apurar os pagamentos realizados pelo grupo de Daniel Vorcaro à Maridt, bem como a possível prática de crimes como corrupção passiva, prevaricação e obstrução de Justiça.
Vieira argumenta que, mesmo com informações sob sigilo, a gravidade dos indícios exige uma atuação do Ministério Público para formalizar a arguição de suspeição no STF. O senador também destaca decisões consideradas fora do padrão, como a determinação de “lacre e acautelamento de provas eletrônicas apreendidas na Operação Compliance Zero, retirando-as da posse da Polícia Federal para mantê-las sob controle direto do gabinete do ministro”.
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Vieira defende que a PGR, como titular da ação penal, deve solicitar o afastamento imediato de Toffoli da relatoria e instaurar uma apuração sobre os pagamentos à empresa em questão.
O deputado Carlos Jordy (PL-SP) também protocolou um pedido semelhante à PGR, justificando a medida como necessária para preservar a credibilidade do STF e garantir segurança jurídica.
Em nota, o ministro Toffoli afirmou ter sido sócio da empresa que vendeu o Resort Tayayá ao fundo ligado ao Banco Master, mas negou qualquer relação com Daniel Vorcaro.
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