Senador Viana busca STF após veto da atuação de “Lulinha” no INSS!

Senador Viana busca STF após bloqueio na CPMI do INSS! Entenda a disputa política e o choque entre o Senado e o PT. Clique e saiba mais!

26/02/2026 20:14

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), anunciou nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, que buscará o Supremo Tribunal Federal (STF) caso a mesa diretora do Senado volte a impedir a atuação de fiscais, bancários e telemáticos ligados a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente do PT.

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Desacordo e Tentativa de Reverter a Decisão

Viana expressou otimismo quanto à decisão final, afirmando esperar que o presidente do Senado considere os argumentos de ambos os lados, ressaltando que o regimento da casa havia sido seguido e que havia condições para dar continuidade aos requerimentos.

Ele mencionou uma dificuldade em obter respostas do presidente do Senado sobre a prorrogação da CPMI, mencionando um bom relacionamento com o deputado David Correia.

Votação Simbólica e Divergências na Contagem

A aprovação dos requerimentos ocorreu de forma simbólica, quando a votação não é nominal, resultando em derrota para a base governista, que buscou derrubar o requerimento. Houve divergência na contagem dos votos, com um “empurra-empurra” e a sessão sendo suspensa.

Reações e Possíveis Ações

O PT, representado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), pretende recorrer ao presidente do Congresso Nacional, senador (União Brasil-AP), . A base governista argumenta que, na hora da votação em bloco, apenas 21 congressistas estavam presentes, dos quais 14 votaram pela rejeição, representando a maioria.

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Argumentos e Contagem de Votos

Viana foi enfático: “Para que a pauta fosse derrubada em bloco, era necessário que o governo apresentasse a maioria dos votos ou 16 parlamentares presentes, de acordo com o painel de 31. Apresentaram, e eu contei duas vezes, 7 votos contrários, portanto, a pauta está aprovada na sua integralidade”, afirmou, citando os votos contrários de Soraya Thronicke (Podemos-MS), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA), Teresa Leitão (PT-PE), Damião Feliciano (União Brasil-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Paulo Pimenta (PT-RS), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carlleto (Avante-BA) e Rogério Correia (PT-MG).

Viana admitiu que as imagens mostram 14 congressistas, mas argumentou que “possivelmente, se levantaram depois”. “Na hora que eu contei, contei duas vezes, tinham 7 parlamentares de pé. Se não entenderam, lamento, mas não havia votos suficientes.

Nem se fossem 14 votos, o governo ganharia”, afirmou. “Secretaria da mesa foi quem me orientou em tudo. Eu não faço nada da minha cabeça. Eu faço de acordo com o que está no regimento”.

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