Senador Renan Acompanha Escândalo Master: Fraude Bilionária em Meio a “Espectáculo Circense”

Renan Calheiros lidera investigação da fraude bilionária no Banco Master! 🚀 Senador intensifica apuração com PF e STF. Daniel Vorcaro e “Guga Lima” sob suspeita. Descubra os detalhes!

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(Imagem de reprodução da internet).

Comissão do Senado Acompanha Investigação da Fraude no Banco Master

A comissão de acompanhamento do caso Master, instalada no Senado Federal, intensifica seus esforços para apurar a suposta fraude bilionária envolvendo o Banco Master. Nesta quarta-feira (10), o grupo de trabalho, liderado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), promoveu reuniões com figuras-chave na investigação.

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Inicialmente, Renan Calheiros se reuniu com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, às 17h, na sede da PF em Brasília. Posteriormente, às 18h30, a comissão de acompanhamento teve um encontro agendado com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Com a paralisação de pedidos de instalação de CPIs no Congresso, a comissão do Senado se tornou um canal importante para o avanço da investigação. O foco principal é a apuração da fraude bilionária, que envolveu o Banco Master e, possivelmente, outras entidades.

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Entre os convidados para prestar esclarecimentos estão o dono do banco, Daniel Vorcaro, seu ex-sócio Augusto Lima, conhecido como “Guga Lima”, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Vital do Rêgo Filho, e o presidente interino da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Otto Lobo.

As datas das audiências ainda estão sendo definidas.

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Além dos convênios, a comissão solicitou informações ao Banco Central, TCU, Ministério da Fazenda, CVM e BRB (Banco de Brasília). O senador Renan Calheiros utilizou uma linguagem figurativa ao comentar sobre o caso, comparando a situação a um “espetáculo circense” e a “marmelada” de fraudes.

“A fraude bilionária do Banco Master alarma o país e funcionou por anos como um globo da morte para o mercado”, declarou Renan Calheiros. “É ilusionismo daqueles lenços de mágico, em que um escândalo vai puxando outro cada vez maior, cada vez mais estarrecedor e, aparentemente, sem fim”.

“Nós vamos investigar o Master não é porque nós queremos; é porque nós somos obrigados constitucionalmente a fazê-lo”, concluiu o presidente da comissão.

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