Senador Randolfe garante investigação do Banco Master; busca transparência e independência. Governo não interfere em caso.
O senador Randolfe (PT-AP), líder do Governo no Congresso Nacional, declarou nesta quarta-feira, 8 de janeiro de 2026, que o caso envolvendo o Banco Master deverá ser investigado “custe o que custar”, assegurando a ausência de qualquer interferência política.
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A declaração foi proferida no Palácio do Planalto, em um momento antecedente à cerimônia que celebrava os três anos dos ataques do 8 de janeiro.
Randolfe enfatizou que a posição do governo é garantir que as investigações avancem com total respeito às atribuições do Banco Central, da Polícia Federal e de outras instituições republicanas. Ele ressaltou a importância de um processo investigativo transparente e sem pressões externas.
O senador qualificou a operação em curso como resultado de uma Polícia Federal “independente, republicana e autônoma”, destacando que essa característica só é possível em um regime democrático. Ele contrastou a situação atual com o que seria possível em um cenário autoritário, reforçando o compromisso com o Estado de Direito.
Discutiu-se a possibilidade de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para aprofundar as investigações. Randolfe afirmou que o governo não se opõe a investigações conduzidas pelo Congresso, mas que a viabilidade de uma CPI será avaliada considerando o calendário eleitoral, que restringirá o número de sessões plenárias a partir de agosto.
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O tempo disponível representará um fator crucial na tomada de decisão.
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