Senador Gallego propõe fim a uso de fundos federais em ações contra Groenlândia. Debate sobre ambições de Trump intensifica preocupações internas e externas.
O Congresso retomou a análise do debate em torno da possível aquisição do território autônomo da Groenlândia, pertencente ao Reino da Dinamarca. A controvérsia, impulsionada pelas declarações do presidente, gerou alertas tanto internos quanto internacionais sobre o uso de poderes militares.
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A situação intensificou-se com a retórica recente que sugeria a possibilidade de os Estados Unidos exercerem controle sobre a ilha, seja por meios diplomáticos ou coercitivos.
O senador democrata Ruben Gallego, do Arizona, propôs uma emenda ao projeto de lei de dotações do Comitê de Defesa do Senado. A iniciativa visa proibir o uso de fundos federais para qualquer ação militar, hostilidades ou preparação de guerra contra a Groenlândia.
A medida busca evitar que recursos públicos sejam utilizados em ações consideradas ilegais ou desnecessárias.
Gallego criticou as declarações do presidente, classificando-as como uma tentativa de desviar a atenção dos problemas internos, como o aumento dos preços de alimentos e moradia, e a ameaça de conflitos com países aliados como Venezuela e Dinamarca.
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Ele enfatizou a importância de garantir que o Congresso mantenha seu papel de fiscalização e controle sobre o uso de recursos militares.
Analistas políticos ressaltaram que a questão levanta preocupações significativas sobre a constitucionalidade e a diplomacia. O debate sobre a necessidade de autorização do Congresso para qualquer ação de força militar é central, considerando a tensão entre os poderes executivo e legislativo, conforme estabelecido na formação das instituições americanas.
A iniciativa de Gallego é acompanhada por alertas de outros democratas, que classificam as declarações de Trump como irresponsáveis e potencialmente prejudiciais às alianças tradicionais dos EUA. A medida enfrenta resistência de membros do Partido Republicano no Congresso, que expressam cautela ou rejeição às ambições de Trump sobre a ilha.
A situação também gera preocupações entre líderes europeus, que defendem a soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia.
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