Senador do PL Pede Depoimentos de Líderes do PCC, CV e Beira-Mar na CPI!

Senador do PL-ES quer depoimentos de líderes do crime! Marcola, Marcinho VP e Fernandinho Beira-Mar sob comparsa da CPI. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Senador do PL-ES Solicita Depoimentos de Lideranças de Facções Criminosas na CPI

O senador da República pelo Espírito Santo (PL) protocolou nesta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, três requerimentos para convocar líderes de facções criminosas a depor perante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado.

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Os nomes que teriam que depor são Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcinho VP, líder do Comando Vermelho (CV), e Fernandinho Beira-Mar, também ligado ao Comando Vermelho. Os documentos com os requerimentos foram divulgados pelo Poder360.

Para acessar os documentos, é necessário preencher um formulário de cadastro, concordando com os termos da LGPD.

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Divergências na CPI sobre o Foco dos Depoimentos

A aprovação dos requerimentos depende da avaliação da maioria dos integrantes da comissão. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), tem defendido que o foco do colegiado deve ser técnico, priorizando a análise de dados e a identificação de falhas no sistema penitenciário, em vez de depender exclusivamente do depoimento de líderes de facções já detidos.

Preocupações com a Segurança e o Uso Político dos Depoimentos

Há receios entre alguns senadores e especialistas em segurança sobre a possibilidade de os depoimentos serem utilizados como um “palco” para os criminosos ou sobre os riscos associados à logística de transporte de presos de alta periculosidade.

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LEIA TAMBÉM!

A equipe do senador Magno Malta argumenta que a CPI tem o dever constitucional de esgotar todas as vias para compreender a real dimensão da ameaça que o crime organizado representa para a segurança nacional.

Argumentos a Favor do Depoimento de Lideranças

Magno Malta defende que, mesmo sob custódia, líderes como Marcinho VP e Fernandinho Beira-Mar continuam a liderar suas facções, e que sua presença pode fornecer informações valiosas sobre a dinâmica de governanças carcerárias, auxiliando na compreensão do problema.

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