Senador de Minas Gerais denuncia “banalização” do terrorismo após críticas aos EUA

Senador Criticou Classificação de Facções como Terroristas pelos EUA
O senador de Minas Gerais (PSB-MG) manifestou sua discordância em relação à decisão do Departamento de Estado dos Estados Unidos de classificar duas organizações criminosas como “terroristas” na quinta-feira, 28 de maio de 2026. A medida foi anunciada após o Seminário Lide Inovação e Tecnologia, realizado em São Paulo.
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Preocupações com a Banalização do Conceito de Terrorismo
O ex-presidente do Senado argumentou que a classificação representa uma “banalização” do conceito de terrorismo, sem contribuir efetivamente para o combate ao crime organizado. Segundo o senador, as organizações criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho, possuem motivações econômicas e financeiras, distintas das características associadas ao terrorismo.
Diferenciação de Objetivos e Métodos
O senador Roberto Pacheco ressaltou que essas facções buscam lucro e facilidade financeira através de métodos criminosos, o que as diferencia de grupos terroristas. Ele enfatizou a importância de utilizar instrumentos legais e constitucionais do Brasil para combater essas organizações, preservando a soberania nacional.
Expectativa de Atuação do Itamaraty
Pacheco expressou a esperança de que o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) conduza as tratativas com os Estados Unidos e outros países que possam auxiliar no combate ao crime organizado. Ele considerou a decisão americana “equivocada” e defendeu que o Brasil deve definir suas próprias estratégias de combate.
Documentos Relacionados
Informações adicionais sobre o assunto podem ser encontradas nos documentos (804 – kB) e (PDF – 147 kB) do comunicado.
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