Senador da Oposição Vota Contra Indicação de Messias ao STF em Drama no Senado

Senador da Oposição Vota Contra Indicação de Jorge Messias ao STF
O senador Izalci Rosado, líder da oposição no Congresso Nacional e representante do Partido Liberal do Distrito Federal (PL-DF), declarou nesta segunda-feira, 27 de abril de 2026, que a bancada do PL se opõe à indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF).
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A decisão foi anunciada em meio à proximidade da sabatina do atual advogado-geral da União, que está atualmente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, agendada para a quarta-feira, 29 de abril.
Izalci Rosado afirmou que Messias será submetido a questionamentos detalhados sobre sua atuação jurídica em relação aos eventos do dia 8 de janeiro de 2023. O congressista também criticou a interpretação de que as invasões às sedes dos Três Poderes foram um ato de golpe, argumentando que essa perspectiva é uma construção política.
Contexto Histórico e Controvérsias
O senador Rosado trouxe à tona um episódio de 2016, envolvendo o nome de Messias em uma conversa entre a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, relacionada ao termo de posse da Casa Civil. Essa menção adiciona uma camada de complexidade à avaliação da indicação, gerando debates sobre o histórico do candidato.
Cenário Político no Senado
Atualmente, Jorge Messias conta com 13 votos a seu favor na CCJ, um passo crucial para alcançar a maioria simples de 27 integrantes necessária para a aprovação. Senadores do Partido Socialista Brasileiro (PSB) – Ceará e Minas Gerais, além do presidente do Senado, têm uma tendência de apoio ao indicado.
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No entanto, o senador José Styvensen (PSDB-PR) deve votar contra a indicação, conforme informações de seus aliados.
Estratégias do Governo
O governo federal, através do Palácio do Planalto, busca consolidar uma base de apoio de pelo menos 50 parlamentares para a votação, que ocorrerá na quarta-feira. A estratégia envolve intensificar as negociações para garantir uma base de apoio mais ampla no Plenário do Senado, onde a margem de aprovação é mais restrita, exigindo 41 votos.
Este texto foi originalmente publicado pela Agência Senado em 27 de abril de 2026. A publicação foi adaptada para o padrão do Poder360 e recebeu informações complementares.
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