O senador da MDB (AL) declarou em entrevista à GloboNews que o presidente da Câmara dos Deputados (Republicanos-PB) e o ex-presidente da Câmara (PP-AL) estariam exercendo pressão sobre ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) no âmbito do Caso Banco Master.
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O senador afirmou ter recebido informações sobre essa pressão contínua, envolvendo um setor específico do TCU.
Impacto no Tribunal de Contas da União
A alegação central é que os líderes do Congresso estariam buscando influenciar o TCU para que este procedesse com a liquidação do caso. Essa dinâmica levanta questões sobre a independência do setor de auditoria do TCU.
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Envolvimento de Ministros e Relator
O senador mencionou que a pressão se direciona a ministros do TCU, em particular ao relator no caso, Jhonatan de Jesus, ex-deputado pelo Republicanos (PB), indicado pelo Centrão em 2023. Jhonatan de Jesus é filho do senador republicano de Roraima.
Reações e Contrapontos
Em nota ao Poder360, o presidente da Câmara, Renan Calheiros, classificou as declarações do senador como tentativas de “chantagear o Governo, o Parlamento e tentar limpar a biografia”. Calheiros e Lira são adversários na disputa por cadeiras no Senado em 2026.
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Posição do STF e Disputas Legais
Renan Calheiros também comentou sobre a atuação do ministro Dias Toffoli, do STF, no caso. O senador criticou a forma como Toffoli se apropriou da investigação e transferiu o sigilo das informações para a Câmara.
Em 2 de dezembro, Toffoli decretou sigilo sobre o pedido da defesa de Daniel Vorcaro, ex-diretor de Compliance do Banco Master, após a divulgação de que o TCU havia recebido o pedido.
Considerações Finais
A situação envolvendo o Caso Banco Master e o papel do TCU, do STF e do Congresso Nacional continua sob análise. As declarações do senador da MDB (AL) geram debates sobre a influência política em investigações de irregularidades financeiras.
