Senado Criminaliza Violência: Lei do “Vicaricídio” Aprovada com Medidas Drásticas!

Senado criminaliza violência contra mulheres com nova lei! 🚨 Projeto de lei aprova “vicaricídio” e penas de 20 a 40 anos. Margareth Buzetti lidera a aprovação!

25/03/2026 20:32

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(Imagem de reprodução da internet).

Senado Aprova Lei do “Vicaricídio“, Criminalizando Ações de Violência Contra Mulheres

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (25) um importante projeto de lei que define e criminaliza o crime de “vicaricídio”. A nova legislação, que agora segue para a sanção do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reconhece a gravidade da violência vicária, caracterizada pelo homicídio de filhos, pais ou dependentes de uma mulher, com o objetivo específico de causar-lhe sofrimento, punição ou controle.

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O projeto, relatado pela senadora Margareth Buzetti (PP-MT), integra o crime à lista de crimes hediondos e de violência doméstica, em consonância com a Lei Maria da Penha. A iniciativa busca fortalecer a proteção das mulheres e ampliar as ferramentas de combate à violência doméstica, que tem se mostrado um problema persistente na sociedade brasileira.

As penas previstas para o crime de vicaricídio variam de 20 a 40 anos de reclusão. Essa pena pode ser aumentada em até seis anos se o crime for cometido contra crianças ou adolescentes, pessoas idosas ou com deficiência, em descumprimento de medidas protetivas, ou na presença da mulher a quem se busca causar sofrimento, punição ou controle.

O texto do projeto detalha a complexidade da violência doméstica e a necessidade de punir severamente aqueles que a praticam.

A aprovação deste projeto ocorre em um momento crucial, marcado por um crescente debate sobre a violência contra a mulher. O caso recente envolvendo a morte de uma mulher e seus dois filhos, em decorrência de um divórcio conturbado, serviu de alerta para a necessidade de ações legislativas que visem proteger as vítimas e responsabilizar os agressores.

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A senadora Margareth Buzetti ressaltou a importância da lei para garantir que casos como este não se repitam e que as mulheres tenham mais segurança e proteção.

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