Senado Aprova PNE com Medidas Polêmicas e Lula Pode Sanar!

Lula analisa PNE aprovado no Senado! Metas ousadas para educação brasileira de 2026 a 2035. Críticas e apoio no debate!

25/03/2026 19:44

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(Imagem de reprodução da internet).

O Senado Federal oficializou a aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) nesta quarta-feira, 25. A votação, que ocorreu após ser aprovada na Comissão de Educação, foi simbólica, sem registro individual dos votos. O projeto, com autoria do governo, agora aguarda a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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A aprovação do PNE no Senado, que se estenderá de 2026 a 2035, sucede a aprovação da Câmara dos Deputados no ano anterior. Apesar do apoio significativo no plenário, alguns senadores expressaram preocupações com a velocidade da tramitação, liderada pela senadora Teresa Leitão (PT-PE).

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) adotou uma postura moderada, classificando o plano como “não perfeito, mas também não um desastre”, e votou a favor, ressaltando algumas ressalvas.

A iniciativa do PNE contou com o apoio do Ministério da Educação (MEC). O documento estabelece uma série de metas para a educação brasileira ao longo da próxima década. Uma das principais mudanças previstas é a universalização da pré-escola para crianças de 4 a 5 anos, com o objetivo de atender 100% da demanda por creches, incluindo 60% das crianças de até três anos até o final do plano.

Para a alfabetização, o plano visa que 80% das crianças estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental em cinco anos, com a universalização desse percentual até o final do decênio. Paralelamente, busca-se garantir a aprendizagem em matemática, com o mesmo percentual de crianças alfabetizadas até o final do período.

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O acesso à escola será universalizado para estudantes de 6 a 17 anos em até três anos, com o objetivo de que 95% dos estudantes concluam o 9º ano do fundamental e 90% o ensino médio na idade regular. Além disso, o plano prevê a expansão da educação em tempo integral, com o objetivo de que 50% das escolas públicas adotem essa modalidade (com jornada mínima de 7 horas diárias) e atendam 35% dos estudantes da educação básica em cinco anos, chegando a 65% das escolas e 50% dos estudantes até o final do decênio.

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