Brasil analisa desafio na Copa de 2026: ausência da Sérvia muda cenário! Brasil avalia novos rivais após a não classificação da Sérvia para a Copa de 2026.
A seleção brasileira já tem uma noção do desafio que enfrentará na Copa de 2026, mesmo antes do sorteio dos grupos, marcado para a próxima sexta-feira, 5. A definição das chaves indica que, pela primeira vez em décadas, o Brasil não poderá reencontrar a Sérvia, sua adversária mais recorrente na história das primeiras fases do Mundial, uma vez que a equipe balcânica não se classificou para o torneio organizado por Canadá, Estados Unidos e México.
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A ausência da Sérvia interrompe uma sequência de confrontos iniciada ainda no período da antiga Iugoslávia. Brasil e sérvios se cruzaram seis vezes nas fases iniciais, incluindo alguns duelos quando o adversário ainda representava a Iugoslávia, cujos resultados foram herdados pela federação sérvia. O retrospecto contra a Sérvia inclui jogos nas Copas de 1950, 1954 e 1974, além dos encontros recentes na Rússia, em 2018, e no Qatar, em 2022.
Com a seleção sérvia fora, os potenciais rivais tradicionais do Brasil na fase de grupos são Escócia e México, seleções que dividiram chave com os brasileiros em quatro edições cada. A Espanha também aparece com quatro confrontos, mas está entre os cabeças de chave e não poderá enfrentar o Brasil na fase inicial.
Existem regras específicas que limitam os confrontos entre seleções de diferentes confederações. Brasil, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Portugal, Holanda, Bélgica e Alemanha liderarão grupos ao lado dos três anfitriões. Seleções sul-americanas como Uruguai, Colômbia, Equador e Paraguai não podem cruzar com o Brasil por restrição de confederação.
Há ainda limitações envolvendo a repescagem global. Um dos classificados poderá ser a Bolívia, o que impede seu posicionamento no grupo brasileiro. Outras equipes, como Suriname e Iraque, também disputam essa vaga. A Europa definirá quatro lugares adicionais em março, incluindo a Itália, que tenta retornar após dois Mundiais ausente.
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O Brasil aguarda o sorteio com seis vagas do torneio ainda em aberto. A definição completa só ocorrerá após as repescagens europeia e global. O retrospecto do Brasil com outros países inclui confrontos com Sérvia (6 vezes), Espanha (4 vezes), Escócia (4 vezes), México (4 vezes), Camarões (3 vezes), Costa Rica (3 vezes), Rússia (3 vezes), Suécia (3 vezes), Suíça (3 vezes), Áustria (2 vezes), Croácia (2 vezes), Inglaterra (2 vezes), Portugal (2 vezes), Tchecoslováquia (2 vezes), Argélia (1 vez), Austrália (1 vez), Bolívia (1 vez), Bulgária (1 vez), China (1 vez), Coreia do Norte (1 vez), Costa do Marfim (1 vez), França (1 vez), Hungria (1 vez), Irlanda do Norte (1 vez), Japão (1 vez), Marrocos (1 vez), Noruega (1 vez), Nova Zelândia (1 vez), Polônia (1 vez), Rep.
Democrática do Congo (1 vez), Romênia (1 vez), Turquia (1 vez).
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