SegurPro Revoluciona Segurança Corporativa com Tecnologia e Inteligência Artificial

Transformação na Segurança Corporativa Impulsionada pela Tecnologia
A segurança corporativa está passando por uma mudança significativa, impulsionada pela digitalização de processos, pela complexidade crescente das operações e por regulamentações mais rigorosas. Em setores estratégicos, como energia, petróleo e gás, a proteção não se limita apenas aos ativos físicos, mas também exige garantir a continuidade das operações, reduzir riscos humanos e ambientais e lidar com grandes volumes de dados provenientes de sistemas que antes eram isolados.
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Essa nova realidade exige que as empresas se antecipem aos riscos, integrando tecnologia e análise de dados. Segundo Sergio Souza, CEO da SegurPro, divisão de Segurança Física e de Tecnologia do Grupo Prosegur, “tradicionalmente, a segurança agia após a ocorrência de um incidente, mas o cenário atual exige a capacidade de se antecipar aos riscos por meio da integração de tecnologia e análise de dados”.
Modelo Integrado para Maior Eficiência
Grandes corporações estão adotando modelos de segurança mais integrados, abandonando estruturas fragmentadas. A SegurPro, por exemplo, implementou um projeto complexo para uma grande empresa do setor petrolífero, transformando a forma como a companhia monitorava sua segurança.
Antes, o monitoramento era distribuído e limitado por ferramentas centralizadas.
Centro de Controle Operacional (CCO) como Hub de Inteligência
A iniciativa da SegurPro envolveu a criação de um Centro de Controle Operacional (CCO), que funciona como um hub de inteligência, combinando tecnologia, processos e expertise técnica para garantir a segurança corporativa. O executivo explica que “esse cenário começou a mudar com a decisão de estruturar o CCO, que funciona como um hub de inteligência que combina tecnologia, processos e especialização técnica para garantir toda a segurança corporativa dentro de uma grande organização”.
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Segurança Híbrida: Integração de Humanos e Tecnologia
A SegurPro desenvolveu um modelo de segurança híbrida, que integra vigilantes treinados com sistemas digitais para antecipar riscos. A empresa utiliza dispositivos móveis para coletar informações diárias sobre rondas e incidentes, e a tecnologia ajuda a filtrar o que é relevante para os operadores, reduzindo a sobrecarga de informações para os humanos.
“Com isso, você tem ganhos de recursos e consegue monitorar muito mais coisa ao mesmo tempo”, afirma o executivo. Essa união entre trabalho humano e tecnologia de ponta é o que a SegurPro chama de segurança híbrida, um modelo que integra vigilantes treinados a sistemas digitais para antecipar riscos.
Inovação em Comunicação de Emergência
Outra iniciativa importante foi o Projeto de Revitalização de Sistemas de Intercomunicação, focado na renovação do sistema PAGA (Public Address General Alarm) em plataformas de petróleo. Esse sistema é crucial para a comunicação de emergência, como alarmes de incêndio e ordens de evacuação.
A SegurPro substituiu sistemas analógicos por soluções digitais de alta fidelidade, garantindo maior rapidez na tomada de decisão entre a plataforma e a base em terra. O desafio técnico foi executar a operação sem interromper as atividades da plataforma, o que exige uma logística sofisticada e conformidade com normas reguladoras rigorosas.
Impacto da Centralização de Dados
A centralização de dados e o uso de soluções de Business Analytics ampliaram a capacidade de análise preditiva e preventiva, com impactos diretos na mitigação de riscos, na eficiência operacional e na redução de custos associados a falhas ou respostas tardias.
Essa abordagem orientada à inteligência transformou a forma como a segurança corporativa opera.
“A primeira coisa é entender quais são os gargalos da empresa e, então, buscar uma solução que seja adequada. A inovação em segurança corporativa é uma combinação de hardware resistente, software inteligente e equipes altamente treinadas para operar em cenários de alta complexidade. É a transição definitiva para uma era em que prevenir é mais eficiente, barato e seguro do que reagir”, conclui o executivo.
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