São Paulo em Crise: Inflação do Custo de Vida Atinge Picos Alarmantes em 2025!

Inflação em São Paulo: Alerta vermelho! O Custo de Vida dispara em 2025 e afeta famílias de todas as classes. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Inflação do Custo de Vida em São Paulo Acelera no Final de 2025

O Custo de Vida por Classe Social (CVCS) na Região Metropolitana de São Paulo encerrou o ano de 2025 com um aumento acumulado de 4,71%. Essa informação foi divulgada pela FecomercioSP nesta semana, mostrando uma leve desaceleração em relação ao desempenho de 2024, quando o índice havia fechado em 4,97%.

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O aumento mensal de 0,38% em dezembro adiciona mais uma camada à compreensão da dinâmica inflacionária na região.

Como o CVCS é Calculado

O CVCS é um indicador complexo, formado pelo Índice de Preços de Serviços (IPS) e pelo Índice de Preços do Varejo (IPV). Ele utiliza dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE e analisa os efeitos da alta de preços em 247 itens de consumo, considerando as cinco faixas de renda familiar (A, B, C, D e E) para determinar os pesos e impactos.

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Setores que Impulsionaram a Inflação em Dezembro

Em dezembro, o setor de transportes se destacou como o principal fator de alta, com um aumento de 0,86%. Esse impacto foi sentido principalmente no setor de serviços, com passagens aéreas subindo 13,1% e tarifas de metrô e trem elevando-se em 7,2%.

No varejo, o etanol apresentou um aumento de 2,7%, enquanto o setor de saúde também exerceu pressão, com um crescimento de 0,68%.

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Análise por Setor e Classe Social

A alimentação, que representa o maior peso no índice, subiu 0,38% em dezembro, influenciada pelo aumento dos preços da carne bovina e laticínios. No setor de habitação, houve uma retração de 0,16% em dezembro, devido à redução nas contas de luz.

No entanto, a habitação continua sendo um dos maiores pressões inflacionárias a longo prazo, com um acúmulo de 8,51% nos últimos 12 meses. A disparidade na inflação afetou de forma mais intensa a população mais vulnerável, com a Classe E apresentando um aumento acumulado de 5,15% no ano, enquanto a Classe A registrou um acúmulo de 4,85%.

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