São Paulo em Crise: Carnavalesco Caos, Críticas e Acusações Contra Nunes!

Carnaval em caos! Prefeito Nunes sob fogo por falhas no evento em São Paulo. Manifestantes atacam e criticam a organização. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Confusão e Críticas no Carnaval de São Paulo: Manifestantes Atacaram o Prefeito

O Carnaval de 2026 em São Paulo foi marcado por incidentes e críticas, especialmente na Rua da Consolação, no centro da cidade. O evento, que reunia dois blocos de grandes nomes da música eletrônica – o do DJ Calvin Harris e o dos Acadêmicos do Baixo Augusta – gerou tumultos e preocupações com a segurança dos foliões.

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A organização do evento, juntamente com a prefeitura municipal, liderada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), enfrentaram duras críticas de representantes de partidos de esquerda, que apontaram falhas no planejamento e na infraestrutura.

Responsabilização e Críticas à Gestão Municipal

Deputados e vereadores do Psol (Partido Socialismo) e PT (Partido dos Trabalhadores) acusaram a gestão municipal de negligência e falta de preparo para lidar com a grande concentração de pessoas. A deputada da sigla, Hilton, destacou que o evento, que deveria agradar a grande público, resultou em “empurra-empurra, gente passando mal” e na “sucumbência da pouca infraestrutura da prefeitura”.

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A vereadora também ressaltou que o corte de 12 milhões de reais destinados à infraestrutura do carnaval contribuiu para o caos.

Incidentes e Respostas da Prefeitura

Durante o desfile, houve relatos de pessoas desmaiando, quedas e a derrubada de grades de proteção. O DJ Calvin Harris interrompeu a apresentação após testemunhar uma mulher passando mal. A Polícia Militar recomendou que os foliões evitassem a região, enquanto a prefeitura liberava vias transversais para permitir a saída do público.

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A corporação utilizou imagens aéreas de helicóptero e drones para monitorar a situação, com a participação de órgãos como Metrô, CET e GCM.

Prevenção de Tragédias e Ações da Polícia

A prefeitura informou que acionou um plano de contingência, com a readequação das linhas de vida, a abertura das transversais e o bloqueio da entrada no circuito Consolação. A Polícia Militar, por meio da Sala de Gerenciamento de Incidentes, adotou estratégias para garantir a fluidez e a segurança dos foliões.

A corporação também detiver suspeitos de furtos e informou que não houve registro de feridos graves.

Conclusão

O episódio na Rua da Consolação evidenciou a necessidade de um planejamento mais robusto e de uma infraestrutura adequada para os eventos de grande porte em São Paulo. A crítica dos partidos de esquerda e as ações da prefeitura sinalizam a importância de garantir a segurança e o bem-estar dos foliões, evitando que situações como essa se repitam.

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