Saltadores de esqui buscam vantagem com manipulação? WADA investiga risco de doping e suspeitas de aumento artificial do volume pélvico. Revelações chocam o mundo do esqui! Saiba mais
Dirigentes do controle antidoping dos Jogos Olímpicos de Inverno expressaram preocupação com a possibilidade de saltadores de esqui estarem buscando artificialmente aumentar o volume pélvico para influenciar as regras da modalidade e obter uma vantagem aerodinâmica.
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A questão surgiu após reportagens que levantaram suspeitas sobre o uso de substâncias para alterar as medições realizadas por escaneamento corporal em 3D, utilizado para determinar o tamanho dos macacões de competição.
O diretor-geral da Agência Mundial Antidoping (WADA), Olivier Niggli, comentou sobre a situação em uma entrevista coletiva em Milão, nas vésperas dos Jogos. Ele afirmou que a WADA avaliará se a prática alegada pode ser considerada doping. A reportagem do jornal alemão Bild levantou a suspeita de que alguns atletas estariam injetando ácido hialurônico na região da virilha para modificar as medidas e garantir um macacão maior e mais aerodinâmico.
Os saltadores passam por um escaneamento corporal completo para garantir que os trajes justos não tenham excesso de material, o que poderia gerar mais sustentação durante o voo. A região da virilha do macacão pode ir até a base dos genitais, o que significa que um pênis maior permitiria mais material potencialmente favorável ao desempenho.
A WADA ressaltou que a agência só intervém quando um método de trapaça se enquadra na definição de doping.
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A preocupação se intensificou após a ocorrência de casos anteriores, como a suspensão de dois medalhistas olímpicos da Noruega, Marius Lindvik e Johann Andre Forfang, no ano passado. Sua equipe foi flagrada ajustando secretamente costuras na região da virilha dos trajes durante o Mundial de Salto de Esqui de 2025, resultando na suspensão de três membros da comissão técnica.
O presidente da WADA, Witold Banka, demonstrou interesse no assunto, considerando a popularidade do esporte na Polônia.
A Federação Internacional de Esqui e Snowboard (FIS) não forneceu um posicionamento sobre o caso. A questão da manipulação de macacões já havia levado a punições na modalidade, evidenciando a necessidade de vigilância constante.
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