Salim Saleh bin Buriek renuncia e Shaya Mohsen Zindani é nomeado primeiro-ministro do Iêmen com apoio da Arábia Saudita. Conflito complexo na Península Arábica.
O primeiro-ministro do Iêmen, Salim Saleh bin Buriek, renunciou e foi substituído pelo ministro das Relações Exteriores, Shaya Mohsen Zindani, conforme anunciou o órgão presidencial do país, com o apoio da Arábia Saudita. A mudança ocorre em um contexto de crescente tensão entre Riade e os grupos rebeldes huthis, desencadeada pela tentativa falha de separatistas, com apoio de Abu Dhabi, de controlar a maior parte do sul do Iêmen.
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A ofensiva separatista foi efetivamente repelida por forças sauditas e seus aliados, levando os Emirados Árabes Unidos a retirar suas tropas do país antes que a Arábia Saudita pudesse consolidar sua influência sobre o governo internacionalmente reconhecido.
O primeiro-ministro, Salim Saleh bin Buriek, realizou uma reunião com o presidente do Conselho de Liderança Presidencial, Rashad al-Alimi, e formalizou sua renúncia, visando “abrir caminho para a formação de um novo governo”, conforme divulgado pela agência de notícias oficial Saba na noite de quinta-feira.
O gabinete presidencial comunicou à imprensa estatal que o ministro das Relações Exteriores, Shaya Mohsen Zindani, foi nomeado primeiro-ministro e recebeu a incumbência de formar um novo governo. A situação no Iêmen permanece complexa, com disputas entre o governo apoiado pela Arábia Saudita e os rebeldes huthis, com o apoio do Irã.
O conflito, um dos mais graves da Península Arábica, envolve diversas facções e interesses regionais.
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