Salário mínimo em 2026: veja os maiores e menores valores no mundo! Luxemburgo lidera com US$ 2.850, enquanto Venezuela tem valor flutuante. Brasil busca superar vizinhos
O salário mínimo é uma ferramenta crucial para avaliar a saúde econômica de um país e o bem-estar de sua população. Enquanto nações desenvolvidas estabelecem valores que garantem uma alta qualidade de vida, outros países enfrentam crises humanitárias com remunerações que não cobrem as necessidades básicas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Explore os extremos desta lista global e a posição do Brasil nesse ranking.
Quase todos os países líderes do ranking estão na Europa Ocidental e na Oceania, onde o custo de vida é elevado, mas o poder de compra é proporcional. O Luxemburgo se destaca como o maior salário mínimo do mundo há anos (US$ 2.850). A Austrália oferece um pagamento por hora, considerado um dos mais justos globalmente (US$ 2.400).
A Irlanda também apresenta um forte crescimento econômico, impulsionando o piso salarial (US$ 2.250), enquanto a Alemanha ajustou o valor para combater a inflação na zona do euro (US$ 2.200).
Na base da pirâmide, encontramos países em guerra, com regimes autoritários ou que sofrem de hiperinflação destrutiva. A Venezuela apresenta um valor flutuante, frequentemente abaixo de US$ 5,00 mensais. Cuba, após reformas monetárias, tem um piso em torno de US$ 15,00.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A Nigéria e outros países africanos possuem pisos nacionais abaixo de US$ 40,00, que muitas vezes não são cumpridos na prática.
O Brasil subiu algumas posições com o reajuste para R$ 1.621, mas ainda fica atrás de vizinhos importantes quando convertemos para o dólar comercial. A Costa Rica lidera na região (aprox. US$ 700), seguida pelo Uruguai (aprox. US$ 550) e pelo Chile (aprox.
US$ 520). Vale lembrar que o Brasil ainda conta com salários mínimos regionais.
A grande diferença ocorre porque cada país calcula o valor com base na sua Produtividade, Custo de Vida e Taxa de Câmbio. Com US$ 100 você vive por muito mais tempo na Índia do que na Suíça. Por isso, economistas usam o índice de Paridade de Poder de Compra (PPC) para fazer uma comparação mais justa.
Jamille Novaes é especialista em economia popular e políticas sociais, com nível superior em Letras pela UESB. Com vasta experiência na cobertura de direitos do cidadão, ela se dedica a desmistificar temas complexos como Bolsa Família, INSS, FGTS e Imposto de Renda.
Sua atuação foca no jornalismo de utilidade pública, transformando atualizações governamentais e dados técnicos em guias práticos e acessíveis. Jamille combina sua formação em UX Writing e Data Jornalismo para garantir que a informação chegue ao leitor de forma clara, precisa e verificada.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!