Sahil Bloom, aos 30 anos, já alcançou sucesso financeiro, mas busca propósito. Autor de “Os 5 Tipos de Riqueza”, ele compartilha 25 regras financeiras baseadas em disciplina e inteligência emocional. Evitar erros e monitorar gastos são diferenciais para o sucesso a longo prazo, conforme Bloom ressalta. A confiança não deve oscilar conforme os gráficos, e valores como caráter e contribuição são pilares mais sólidos
Sahil Bloom, aos 30 anos, já havia alcançado um sucesso notável: estabilidade financeira, um patrimônio considerável e prestígio. No entanto, ele sentia uma insatisfação persistente. Essa inquietação o levou a uma profunda reflexão sobre sua relação com o dinheiro.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Como empreendedor, investidor e autor de “Os 5 Tipos de Riqueza”, Bloom passou os últimos três anos mergulhado em estudos sobre finanças pessoais e estratégias de construção de riqueza. O resultado foi um conjunto de 25 regras financeiras, baseadas em disciplina, clareza de propósito e inteligência emocional – fatores cruciais tanto no mundo corporativo quanto na vida pessoal.
Bloom enfatiza que evitar decisões financeiras ruins é um dos diferenciais mais importantes para o sucesso a longo prazo. Isso inclui desde compras impulsivas até a assunção de dívidas desnecessárias. A verdadeira disciplina financeira, segundo ele, reside em diminuir o ritmo e proteger-se de decisões tomadas por impulso, uma mentalidade que também se aplica à gestão de recursos corporativos.
Ele afirma que “você pode ir muito longe simplesmente evitando erros”.
Em mercados voláteis, a confiança de um profissional não deve oscilar conforme os gráficos. Bloom defende que valores como caráter, relacionamentos e contribuição à sociedade são pilares mais sólidos. Essa visão ressoa especialmente em ambientes corporativos, onde pressões por resultados financeiros podem colocar em risco decisões éticas e sustentáveis.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A clareza financeira, para Bloom, é um poderoso instrumento.
Controlar gastos, viver abaixo das possibilidades e manter uma rotina de acompanhamento financeiro não são apenas bons hábitos – são estratégias de inteligência. “Você não pode melhorar o que não monitora”, diz Bloom. Aplicar esse princípio à vida pessoal amplia a capacidade de tomar decisões estratégicas, tanto na vida pessoal quanto no trabalho.
Aumentar a renda, por meio do aprimoramento de habilidades e busca por novas oportunidades, gera um impacto muito maior do que se preocupar com variações mínimas de retorno em investimentos. Investir em capacitação, assumir projetos de maior visibilidade e buscar promoções pode gerar um salto não apenas financeiro, mas também de carreira.
Gastos com alimentação saudável, livros ou academia, frequentemente vistos como despesas, são, para Bloom, investimentos pessoais. Ele argumenta que esses elementos aumentam a energia, a presença e a clareza – atributos cada vez mais valorizados em ambientes corporativos.
A saúde emocional e física, segundo ele, são fatores diretamente ligados à performance profissional.
Automatizar pagamentos, consolidar contas e reduzir fricções desnecessárias são recomendações do autor. No ambiente corporativo, essa lógica se aplica: processos financeiros bem definidos liberam tempo e energia para o que realmente importa – pensar estrategicamente, inovar e liderar com visão.
Bloom sugere simular cenários de crise a cada trimestre, como perda de emprego ou emergência médica. Embora voltada à vida pessoal, essa lógica pode (e deve) ser transposta ao mundo corporativo. Empresas que desenvolvem uma cultura de gestão de riscos, reservas de emergência e planos de contingência têm mais agilidade para lidar com imprevistos e menos vulnerabilidade diante de crises econômicas.
Um ponto pouco convencional no discurso de Bloom é a defesa da generosidade. “Seja frugal com você e generoso com os outros”, diz. Em finanças corporativas, essa mentalidade pode se traduzir em programas de bem-estar, reconhecimento de equipes e investimentos em capital humano – ações que fortalecem a cultura organizacional e criam valor a longo prazo.
Para Sahil Bloom, o dinheiro deve servir a propósitos maiores: criar tempo, viver experiências significativas, cuidar da saúde e ter uma vida com sentido. No mundo corporativo, essa filosofia ecoa nos princípios da governança responsável e da criação de valor além do lucro imediato.
Empresas e profissionais que alinham finanças à estratégia de longo prazo e ao impacto positivo constroem reputações sólidas e se destacam no mercado. Aprender a gerenciar o orçamento de empresas é essencial, e o treinamento oferecido por EXAME e Saint Paul, com foco em análise financeira, planejamento estratégico e gestão de riscos, pode ser um diferencial crucial.
Autor(a):
Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!