A Jornada de Sahil Bloom: Rumo à Prosperidade Sustentável
Sahil Bloom, aos 30 anos, já havia alcançado marcos que simbolizavam sucesso financeiro: uma carreira sólida, investimentos ativos e um patrimônio crescente. No entanto, ele sentia uma profunda insatisfação. A percepção de que acumular ativos não garantia necessariamente uma prosperidade sustentável o levou a repensar completamente sua estratégia de gestão de capital pessoal.
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Após três anos dedicados ao estudo do dinheiro e da riqueza, Bloom estruturou 25 regras financeiras que se tornaram o guia para suas decisões.
Princípios para Finanças Corporativas
As regras de Bloom dialogam diretamente com temas cruciais para o setor corporativo, como alocação eficiente de capital, controle de risco, governança financeira e retorno ajustado ao ciclo de vida. A essência reside em priorizar o crescimento da renda, entendendo que o desenvolvimento de habilidades e a expansão do escopo de atuação superam as pequenas diferenças de rentabilidade entre os ativos financeiros.
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Uma das principais estratégias é tratar a renda como a principal ferramenta para construir riqueza. Investimentos em formação, saúde, networking e desenvolvimento pessoal são vistos como aportes estratégicos, e não como despesas operacionais. O foco está em gerar fluxo de caixa crescente ao longo do tempo.
Proteção e Disciplina
Bloom enfatiza que evitar erros financeiros pode ser mais importante do que buscar ganhos extraordinários. Compras impulsivas, dívidas desnecessárias e decisões emocionais corroem o patrimônio de forma silenciosa. Para mitigar esses riscos, ele propõe viver abaixo das possibilidades, manter uma reserva de emergência equivalente a 12 meses de despesas e adotar uma regra de 24 horas para compras não essenciais acima de um determinado valor.
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A ideia é preservar a liquidez e reduzir os riscos comportamentais. A dívida deve ser utilizada como ferramenta estratégica, e não como um mecanismo para sustentar um padrão de vida incompatível com a renda. A regra prática é não financiar um bem de luxo caso não seja possível adquiri-lo duas vezes à vista.
Alocação de Capital e Simplicidade
Na construção de portfólios, Bloom adota uma abordagem semelhante ao modelo “barbell”. A maior parte do capital é mantida em ativos seguros e previsíveis, como fundos indexados, renda fixa e caixa. Uma parcela menor é direcionada a ativos de alto risco e alto potencial de retorno.
Essa estratégia equilibra a estabilidade com a exposição a oportunidades assimétricas, mantendo a integridade do patrimônio mesmo em cenários adversos.
Além disso, Bloom destaca que o retorno não deve ser medido apenas financeiramente. Em fases iniciais da carreira, ele realizou investimentos que ampliaram o acesso e o aprendizado, mesmo que o retorno monetário fosse incerto. Trata-se de avaliar o retorno estratégico, e não apenas contábil.
A simplificação também é um princípio central. Contas dispersas, investimentos pouco compreendidos e despesas recorrentes ignoradas reduzem a eficiência financeira. Bloom recomenda consolidar estruturas, automatizar pagamentos e realizar auditorias trimestrais para eliminar desperdícios.
A disciplina operacional libera capacidade decisória para temas estruturais, como expansão de renda e posicionamento estratégico de ativos.
Ele reforça a importância do alinhamento financeiro em relações pessoais. Problemas raramente surgem da matemática, mas da falta de convergência de prioridades. Revisões periódicas criam transparência e direção comum.
O treinamento é voltado para quem deseja aprimorar a gestão financeira e se destacar num mercado cada vez mais competitivo.
