Rússia e Maduro mantêm contato regular em meio a tensões e acordos estratégicos

Rússia mantém contato com Maduro em meio a tensões e ataques nos EUA. Dmitry Peskov confirma contato regular com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

02/11/2025 12:59

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(Imagem de reprodução da internet).

Rússia Mantém Contato com Governo Maduro em Contexto de Tensões

O Kremlin confirmou, neste domingo (2), que mantém contato regular com o governo venezuelano liderado por Nicolás Maduro. A declaração foi feita pelo porta-voz da presidência russa, Dmitry Peskov, em resposta a uma pergunta da agência de notícias TASS sobre um suposto pedido de assistência do presidente venezuelano ao líder russo Vladimir Putin.

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Peskov afirmou que a Rússia possui “diversas obrigações contratuais” sem detalhar a natureza do contato com Maduro. A confirmação ocorre em meio a crescentes tensões envolvendo ataques dos Estados Unidos em águas do Caribe e do Pacífico, além de manobras militares russas próximas à costa da Venezuela.

A Rússia e a Venezuela formalizaram um acordo de parceria estratégica em maio, durante uma visita de Maduro a Moscou. O pacto, que não foi divulgado publicamente, visa ampliar a cooperação em setores como energia, mineração, transporte, comunicações, segurança e combate ao terrorismo e extremismo.

O acordo foi aprovado pelos parlamentos de ambos os países e formalizado em outubro. A parceria estratégica seletiva da Venezuela com a Rússia se manifesta na aquisição de armamentos avançados, incluindo um sistema de defesa aérea de última geração, posicionado em pontos estratégicos para garantir a segurança do país.

Adicionalmente, a Venezuela opera aeronaves de combate Sukhoi Su-30MK2, fabricadas na Rússia, representando uma parte significativa do sistema de defesa venezuelano e uma das aeronaves mais avançadas da América Latina.

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Informações indicam que, desde setembro, as Forças Armadas dos EUA realizaram ataques a 16 embarcações em águas internacionais do Caribe e do Pacífico, supostamente carregadas de narcóticos, resultando em 64 mortos.

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