Rússia denuncia operação americana no Marinera e acusa violação do direito internacional

Rússia denuncia operação do Exército EUA contra petroleiro Marinera; Rússia pede retorno da tripulação. Ação é classificada como “ilegal” por Moscou.

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(Imagem de reprodução da internet).

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia criticou formalmente a ação do Exército norte-americano, ocorrida na quinta-feira (8 de janeiro de 2026), envolvendo o petroleiro Marinera, que se movia em direção à Venezuela sob bandeira russa.

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A operação, realizada na quarta-feira (7 de janeiro de 2026), foi classificada como “ilegal” pela nota oficial.

A nota diplomática detalha que a apreensão do navio, transportando petróleo venezuelano sob o governo Trump, representa uma violação das normas internacionais. O comunicado enfatiza a necessidade de retorno imediato da tripulação russa envolvida.

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Envolvimento Britânico e Preocupações com Escalada

O comunicado russo também destaca a participação da Marinha britânica na operação, mencionando um histórico do Reino Unido de atividades marítimas e o reconhecimento aberto de seu envolvimento. O Kremlin expressou preocupação com a possibilidade de uma “escalada ainda maior das tensões político-militares na região euro-atlântica”.

O comunicado busca evitar a escalada das tensões, descrevendo o incidente como uma “ocorrência” e evitando discussões sobre questões relacionadas ao petróleo.

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Apreensão e Antecedentes

Informações da agência de notícias AP revelam que os Estados Unidos estavam monitorando o petroleiro desde dezembro de 2025. O navio, inicialmente chamado Bella-1 e com bandeira da Guiana, foi apreendido após tentar contornar o bloqueio imposto pelo governo Trump.

Em dezembro de 2025, houve uma tentativa de abordagem do navio no Mar do Caribe, sem sucesso. O Marinera havia sido alvo de sanções americanas em 2024, sob acusações de transportar ilegalmente cargas para o grupo extremista Hezbollah.

A apreensão do navio e da sua tripulação é vista como uma grave violação do direito marítimo internacional e da liberdade de navegação, segundo o comunicado russo.

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