Marco Rubio defende aliança transatlântica em Munique! O secretário de Estado dos EUA critica a “ilusão” pós-Guerra Fria e cobra reformas na ONU. Saiba mais!
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ressaltou neste sábado (14 de fevereiro de 2026, durante a Conferência de Segurança de Munique, a importância da aliança entre os Estados Unidos e a Europa. Rubio enfatizou que os dois lados do Atlântico estão intrinsecamente ligados e que o futuro de ambos é inseparável.
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Em seu discurso, o secretário criticou a “euforia” que se seguiu à queda do Muro de Berlim, argumentando que essa fase levou a uma “ilusão perigosa” – a crença de que o mundo naturalmente evoluiria para democracias liberais, unidas por comércio e instituições globais, sem fronteiras.
Rubio reconheceu que o governo republicano nos Estados Unidos tem sido direto em suas divergências com alguns países europeus, mas expressou o desejo de reconstruir uma parceria sólida. Ele afirmou que ambos os lados “cometeram esses erros juntos” e que agora devem trabalhar juntos para enfrentar os desafios e seguir em frente.
O secretário criticou políticas comerciais e energéticas do Ocidente, apontando para o impacto negativo em suas próprias populações. Rubio argumentou que a terceirização de cadeias produtivas e o investimento em medidas para promover um “culto climático” permitiram que concorrentes expandissem seus investimentos em petróleo.
Ele também levantou preocupações sobre a migração em massa, defendendo o controle das fronteiras como um ato fundamental de soberania nacional.
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Rubio defendeu reformas em instituições internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas). Embora reconhecendo o “enorme potencial” da ONU para ser um instrumento do bem, ele criticou sua falta de respostas para os temas mais urgentes, citando a situação em Gaza e a necessidade de os Estados Unidos articularem uma solução, além de liderarem esforços para levar as partes à mesa de negociações.
Ao concluir, o secretário de Estado reafirmou que Washington não busca “aliados fracos”. Ele enfatizou que os Estados Unidos não têm interesse em ser “zeladores educados e ordeiros de um declínio administrado do Ocidente”, buscando sim, uma parceria forte e colaborativa.
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