Rubio defende parceria Brasil-EUA sobre Brasil-China

Secretário de Estado diz que Brasil e EUA são alinhados em “muitas formas”, mas com questões a resolver.

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(Imagem de reprodução da internet).

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou em 25 de outubro de 2025 que o Brasil representava um parceiro comercial mais vantajoso para Washington do que a China. A afirmação foi feita durante uma entrevista a bordo do Air Force One, no trajeto para Doha (Catar), com destino posterior à Malásia.

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Rubio justificou a posição com base na geografia, cultura e alinhamento de valores entre os dois países. Ele expressou a crença de que existiam “muitas formas” de convergência, apesar de reconhecer a necessidade de resolver pendências existentes.

Encontro Programado entre Líderes

As declarações foram feitas em vista de um encontro planejado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Donald Trump. A reunião estava agendada para ocorrer em Kuala Lumpur (Malásia) no dia 26 de outubro de 2025, como parte da 47ª Cúpula da ASEAN.

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Antes da reunião em Kuala Lumpur, Lula e Trump já se haviam encontrado brevemente na Assembleia Geral da ONU em 23 de setembro de 2025. Além disso, em 6 de outubro de 2025, eles conversaram por telefone por aproximadamente 30 minutos.

Avaliação Positiva da Conversa Telefônica

Rubio classificou a conversa telefônica como “muito positiva”, indicando que ambos os lados estavam dispostos a retomar o diálogo. Ele admitiu que o processo levaria tempo, mas que o objetivo era explorar soluções para os desafios existentes.

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Apesar do tom conciliador, Rubio mencionou pontos de discordância entre os dois governos. Ele destacou, em particular, a atuação do Brasil em relação a empresas e cidadãos norte-americanos nas redes sociais. Ele ressaltou a necessidade de abordar essas questões.

A declaração reforça o interesse dos Estados Unidos em limitar a influência econômica e tecnológica da China na América do Sul, especialmente em setores estratégicos como energia, infraestrutura e comunicação. O Brasil é o principal parceiro comercial chinês na região, e Pequim tem aumentado seus investimentos no país.

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