Rubio alerta para impacto de captura de Maduro na inteligência cubana

Rubio cobra ação contra Cuba após captura de Maduro em Havana. Trump promete apoio à população cubana e mantém embargo ao petróleo venezuelano.

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Alerta em Havana Após Captura de Maduro

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, manifestou preocupação no sábado, 4, em relação à operação que resultou na detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro. A declaração foi feita durante entrevista coletiva em Mar-a-Lago, na Flórida, ao lado do presidente Donald Trump.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rubio classificou a ação como um impacto direto na estrutura de inteligência cubana, que, segundo ele, possui influência significativa sobre o sistema de segurança da Venezuela. O secretário enfatizou que muitos agentes de segurança venezuelanos e guardas de segurança estavam sob a influência de elementos cubanos.

De acordo com o secretário, a prisão de Maduro implica um chamado para que a Venezuela declare sua independência de Cuba. A operação foi realizada por forças especiais americanas em uma residência de segurança máxima em Caracas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Donald Trump, por sua vez, afirmou que o cenário venezuelano apresenta semelhanças com o de Cuba, e que a administração tem a intenção de apoiar a população cubana, que, segundo ele, sofreu por longos períodos sob o regime revolucionário.

O presidente também comparou os dois países, indicando que os Estados Unidos buscam estabelecer relações com países vizinhos que promovam estabilidade. Trump ressaltou que Cuba enfrenta dificuldades e que os EUA pretendem auxiliar a população cubana, incluindo aqueles que residem nos Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Adicionalmente, Rubio anunciou a manutenção do embargo ao petróleo venezuelano e a proibição do envio de combustível para Cuba. Essa medida visa impactar diretamente uma das principais fontes de abastecimento da ilha.

A informação foi divulgada pela agência EFE.

Sair da versão mobile