“Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria” Desperta Expectativa no Brasil
O filme “Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria” iniciou sua exibição nos cinemas brasileiros com grande interesse, especialmente em relação à temporada de premiações. A produção, que teve seu lançamento no país no primeiro dia de 2026, tem atraído a atenção do público pela performance da atriz Rose Byrne, que já recebeu indicações ao Globo de Ouro.
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Uma Combinação de Gêneros
A obra se destaca pela sua abordagem singular, que integra elementos de comédia sóbria, terror surrealista e drama psicológico. O filme narra a história de uma terapeuta, interpretada por Byrne, que enfrenta desafios complexos em sua prática profissional.
Técnica Cinematográfica e Angústia
A direção do filme emprega uma técnica visual que utiliza a câmera de forma próxima ao rosto da protagonista. Essa escolha intensifica a sensação de angústia presente na narrativa. Apesar de parecer um recurso simples, a técnica se torna complexa ao longo da trama, superando o que poderia ser considerado apenas um “truque” visual.
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Atuação de Rose Byrne
Rose Byrne oferece uma performance que já é considerada uma das mais impactantes de sua carreira. A atriz consegue transmitir com precisão o desespero de uma mãe que, além de lidar com seus pacientes como terapeuta, enfrenta suas próprias questões familiares e a difícil tarefa de alimentar uma filha que se recusa a comer.
A crítica especializada tem elogiado a atuação da atriz.
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Temas Abordados
O filme explora não apenas os desafios da maternidade, mas também questões psicológicas mais profundas relacionadas às pressões sociais sobre as mulheres. A trama busca mergulhar o espectador nas aflições da protagonista, oferecendo uma experiência cinematográfica intensa e, por vezes, desconfortável.
A produção tem gerado discussões sobre temas relevantes na sociedade.
